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Lula, o piromaníaco

JC Berka

Quatro de março de 2016.
Esta data ficará registrada na história atual do Brasil. A LAVA JATO, atravessou o Rubicão. Sua força-tarefa atingiu um novo patamar republicano: a Lei é para todos.
Todos são iguais diante da Lei. Inclusive notáveis, megaempresários, medalhões da OAB, militares, policiais, membros do Judiciário, ministros, ex-presidentes, políticos de várias esferas, lobistas e doleiros.
O Juiz MORO e a força-tarefa queimaram as caravelas!
A partir de agora não cabe vacilos ou titubeios. Ou vai ou racha!
LULA et caterva, foram conduzidos sob vara, para oitiva em dependências da Polícia Federal no aeroporto de Congonhas; juiz, membros do Ministério Público, Polícia Federal e Receita Federal, mostraram pela primeira vez que esta Pátria pode ser Educadora!
Que o legado seja : O CRIME NÃO COMPENSA!
Se este é o ensinamento básico do episódio, não pode passar desapercebido algo não menos importante : a conduta do Capo, LULA.
LULA, sempre foi um poltrão! Sempre foi um covarde física e moralmente. Nunca soube de nada, sempre fizeram pelas suas costas, sempre traíram sua confiança. Até nos affairs, nunca teve uma atitude de homem. Nunca assumiu nenhum dos casos amorosos, desde Miriam Cordeiro até Rosemary Noronha.
E para aqueles que defendem a salvaguarda da vida privada do homem público, vale o alerta de que quando vêm a público minúcias de vida íntima daquele investido em função pública, via de regra a responsabilidade é daquele que misturou o público com o privado, produzindo uma lambança na esfera patrimonial ou comportamental.

Pois bem, o que gostaria de enfatizar é o comportamento do Garanhão de Garanhuns. Covarde na vida pessoal, manipulador, amoral, diante de um público ou diante de microfones e câmeras, agiganta-se: encarna com maestria o papel de estadista, de condotiero, de Salvador da Pátria!
Na fala aos seus seguidores, feita nas dependências da sede do PT em São Paulo, após seu retorno do Aeroporto, LULA, produziu um de seus melhores momentos de oratória: em tom coloquial e intimista, no qual é mestre para comunicar-se com a massa, mostrou-se o LULA de sempre.
Vitimizando-se, produziu lágrimas de crocodilo, lembrando que as zelites nunca perdoaram o torneiro mecânico que ousou querer ajudar seu povo, ser presidente. Esquecendo que “elogio em boca própria é vitupério”, colocou-se como o melhor presidente que o país já teve. Enalteceu sem pejo seu papel de globetrotter, mesclando o papel de lobista de grandes empresas com palestrante canhestro. Teve a cara de pau de dizer que o Mundo queria saber de sua boca, como tinha se dado o Milagre Brasileiro, de distribuição de renda, de erradicação da pobreza, dos programas sociais. Com isso justificou sua renda como palestrante e jogando confete sobre si mesmo, alardeou diante duma audiência amestrada sua crença de encarnar o Oráculo de Delfos.
Mas, mais do que suas defesas das imputações que lhe estão sendo feitas, das suspeitas que surgem diariamente sobre a lisura de sua conduta misturando o privado com o público, o que realmente chamou a atenção foi o pusilânime, em meio a basófias e rosnados, sugerir a mobilização da plebe ignara para contrapor-se ao “golpe” em andamento.
Esquecendo-se que não estava no Estádio de Vila Euclides, em São Bernardo, emitiu palavras de ordem dignas de uma Passionária. Reeditando Isidora Dolores Ibárruri Gómez, a líder comunista basca, coroou sua fala com um “ No pasarán!”
Para tanto, conclamou CUT, MST, movimentos sociais atrelados e a militância petista a engajarem-se num mutirão de resistência e de refundação do partido.
Onde mora o perigo?
Quem, ainda hoje defende LULA , o PT e genéricos?
Quem ainda, depois do sonho de um governo de trabalhadores, consubstanciar-se no pesadelo de uma plutocracia amancebada com políticos, exercendo o poder sem escrúpulos através de um partido configurado em organização criminosa, ousa ainda defender a Estrela Cadente?
Um tripé.
Uma militância aparelhando o setor público em mais de 25 mil cargos de confiança, contribuindo com um dízimo para o partido; uma classe empresarial parasita do Estado, plugada nas tetas do BNDES, e usufrutuária dos CARFS da vida; e por último, o Foro de São Paulo, conduzido por espertalhões tipo, MADURO e EVO MORALES, sob a égide do bolorento regime cubano.
Considerando que para a resultante de uma América Latina bolivariana, a Fênix do Comunismo Internacional, o projeto LULA e PT é vital, a rapadura não vai ser entregue de bandeja.
Daí, o energúmeno, sentindo-se acuado e amedrontado pelas barras da Lei, irresponsavelmente e descompromissado com o bem-estar de seu povo, incita os ânimos, namorando com o incendiar do país.
Empreiteiros, banqueiros, apaniguados do BNDES, não irão para as ruas, buscarão instrumentalizar o lumpemproletariado (para usar uma expressão e designação tão cara aos marxistas remanescentes) que de acordo com MARX e ENGEL, tinha e tem como características o cinismo e a absoluta ausência de valores. Essa gente, ou melhor, como um dia, de maneira corajosa, JORGE BORNHAUSEN, cognominou de “essa raça”, é que poderá converter-se em massa de manobra, em ameaça à segurança pública e dos cidadãos.
Porém se a ameaça não é desprezível, resta-nos o conforto de saber que o povo brasileiro está cansado de tanta corrupção e desgoverno.
Se LULA, o piromaníaco, conseguir o intento de insuflar seus seguidores, encontrará o que há muito vem buscando!
Então, “ Brava gente brasileira…”

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