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Arquivo mensal: novembro 2016

É hora de enfrentar a esquerda em suas bases, sabendo que a principal delas é a escola

Caros amigos,

 

As escolas e universidades públicas são estabelecimentos com destinação específica que pertencem à coletividade. Isto é, algo construído e mantidos com recursos provenientes dos impostos que todos pagam e que se destinam, especificamente, a educar, transmitir cultura e especialização profissional, de acordo com programas de ensino que visam a oferecer aos estudantes o conhecimento necessário e suficiente para que evoluam como cidadãos, de acordo com as suas vontades e potencialidades.

Os professores, contratados com o dinheiro público, têm a função de transmitir aos estudantes o conhecimento específico que, supostamente, possuem.

Os estudantes, por sua vez, beneficiários finais de toda a estrutura do ensino público, têm a obrigação e o direito de comparecer às escolas e às universidades para assistir às aulas e assimilar o conhecimento necessário à sua evolução pessoal, de forma a tornarem-se cidadãos capazes de produzir e de contribuir para a manutenção do sistema de ensino.

Portanto, é crime usar as escolas e as universidades públicas ou estudantes e professores para outras atividades que não as suas próprias, porque caracteriza desvio de função e malversação de dinheiro público. É crime também, por qualquer meio ou razão, impedir que algum ou alguns desses personagens cumpram as suas obrigações ou exerçam seus direitos.

As recentes e bem sucedidas ocupações de estabelecimentos de ensino por pequena e manipulada parte dos estudantes, em sua maioria menores de idade, sob estímulo, orientação e coordenação de professores e de dirigentes sindicais, visando a objetivos políticos, classistas e ideológicos, são crimes que já tiveram consequências, aí incluída, a morte de um menor, assassinado por outro, ambos, supostamente, envolvidos com o consumo de drogas no interior das escolas ocupadas. Além disso, já causaram prejuízo ao erário e ao direito de outros estudantes pela interrupção das aulas e pelo adiamento de provas do ENEM. Tudo sob o aplauso de criminosos interessados na balbúrdia e na desordem.

O viés socialista que levou o Brasil, mais uma vez, ao caos político, econômico, social e moral, desde sempre, e em especial após a adoção da estratégia dos “cadernos do cárcere” de Antônio Gramsci, deu prioridade à corrupção das mentes na área estudantil.

O uso de adolescentes indisciplinados, e claramente alienados da realidade e da finalidade do que estão fazendo, expõe, além da canalhice dos professores, intelectuais orgânicos do ensino médio, a necessidade, cada vez mais urgente, de que sejam adotadas as regras da Escola Sem Partido e eliminadas as ideias da ideologia de gênero, antídotos para que o ensino não seja mais abrigo para a corrupção do pensamento na origem da formação pessoal e cultural dos brasileiros.

Revela também a alienação, a omissão, a falta de pulso e, principalmente, a irresponsabilidade de pais que negligenciam do Poder Familiar e permitem, não apenas o uso de seus filhos como massa de manobra política e ideológica por fanáticos da utopia comunista, mas o risco à sua integridade física e moral, quando trancafiados em auditórios e salas de aula, longe de qualquer controle, a mercê dos próprios instintos e do oportunismo de viciados e traficantes.

Demonstra a leniência das autoridades responsáveis pelo cumprimento das leis, intimidadas pela ditadura “politicamente correta” que as faz preferir tergiversar do que prevenir ou evitar, negociar o inegociável e aceitar o inaceitável em detrimento da ordem, dos bons costumes e do futuro da Nação.

Alerta para evidência de que os estudantes permanecem como o alvo preferencial da esquerda destrutiva, que continua a aliciá-los mental e fisicamente e que precisa ser desalojada o quanto antes da sua condição de docência hegemônica, sob pena de continuarmos a permitir que as escolas e as universidades públicas continuem a ser a fonte da perpetuação dessa ameaça macabra.

Adverte pais e responsáveis minimamente instruídos, entre outras coisas, para o fato de que seus filhos não podem ser deixados à disposição da manipulação de professores inescrupulosos, que devem e merecem ser acompanhados em suas atividades escolares, que a escola é e tem que ser local para aquisição de cultura e não de doutrinação ideológica – política ou de gênero – , que o exercício do Poder Familiar tem que se impor à ingerência da escola na educação dos filhos.

A esquerda está perturbada e busca reorganizar-se, não é hora, portanto, de titubear ou de contornar obstáculos. É hora de enfrenta-la em suas bases, sabendo que a principal delas é a escola, porque é através dela que o mal adentra nossas casas e nossas famílias.

Gen Bda Paulo Chagas