Cincinato | Brasil

Início » Uncategorized » Aliança Profana: a relação entre o esquerdismo, crime organizado e pedofilia

Aliança Profana: a relação entre o esquerdismo, crime organizado e pedofilia

Cristovam Espírito Santo

 

Como toda doutrina deletéria, não é de se estranhar que o marxismo, a partir da militância esquerdista, tenha se associado ao longo das décadas com o que existe de mais degenerado e espúrio. No Brasil, apenas a título de exemplo, existem fortes indícios de ligações entre a esquerda em seus diversos matizes e o crime organizado. Em um país tomado pela corrupção política, o narcotráfico, por exemplo, é um excelente caminho para a lavagem de dinheiro.

Do ponto de vista estratégico, o movimento marxista, não só no Brasil, mas em diversos países, abandonou, e faz muito tempo, a concepção primitiva segundo a qual a revolução se daria pelo proletariado. Na verdade, os atuais “revolucionários” associaram-se com os degenerados, os criminosos mais perigosos, os mercenários para promover a “revolução”. Esta tradição da esquerda não é nova. Na obra “Red Cocaine”, ou “Cocaína Vermelha”, Joseph Douglass Jr. descreve com riqueza de detalhes como a Cocaína e outras drogas foram introduzidas na América Latina a partir dos agentes cubanos já nos anos 60 do século XX. No Capítulo 3 da referida obra, o autor descreve minuciosamente como esta tragédia que hoje mata milhares de jovens todos os anos na América Latina começou pelas mãos dos comunistas em uma rede internacional que até hoje sustenta ditaduras neste continente:

Red Cocaine – Capítulo 3 – Construindo a Rede das Drogas da América Latina

O braço tcheco da ofensiva das drogas soviética começou em 1960 em duas frentes: Ásia (Indonésia, Índia e Burma) e a América Latina (Cuba). Por causa do importante papel de Cuba para o crescimento do uso de drogas ilegais e de narcóticos nos Estados Unidos, a operação soviética-cubana-tcheca merece uma atenção especial.

No final do verão de 1960, apenas um ano e meio após Fidel Castro conquistar o poder, seu irmão Raul Castro visitou a Checoslováquia em procura de ajuda militar e assistência financeira. Naquela época, Fidel e os soviéticos se odiavam. Por essa razão os cubanos procuraram a Checoslováquia e não a União Soviética. Sejna foi o responsável por receber a delegação cubana e foi o seu anfitrião durante a visita. Uma de suas primeiras ações foi arrumar uma visita do Raul à União Soviética para conhecer Khrushchev.

Seguindo essa visita, os soviéticos direcionaram os tchecos para trabalhar com os cubanos e pavimentar o caminho para uma tomada soviética de Cuba. Os soviéticos queriam que a Checoslováquia liderasse a tomada, porém escondendo a influência soviética. Eles não queriam que Fidel Castro ficasse sabendo da operação soviética para infiltrar e tomar cuba e não queriam que os Estados Unidos ficassem sabendo o que estava acontecendo.

Cuba e a Checoslováquia assinaram um acordo onde a Checoslováquia iria prover ajuda militar a Cuba, treinar os cubanos em planejamento e operações militares e ajudar organizar a inteligência e a contra inteligência cubana. Em troca, Cuba aceitou se tornar o centro revolucionário no Ocidente e permitiu que a Checoslováquia estabelecesse estações de inteligência em Cuba. Dezesseis conselheiros tchecos foram para cuba para prover treinamento e estabelecer as operações de inteligência e contra inteligência.

Aproximadamente quinze por cento dos conselheiros tchecos eram agentes da inteligência soviética disfarçados de tchecos. Em três anos, todos os tchecos em posições chaves seriam trocados por soviéticos. Assim, desde o princípio, a inteligência cubana e suas estruturas militares foram fortemente influenciadas pelos soviéticos. Em menos de dez anos, os soviéticos estavam em total controle.

Depois que os primeiros cubanos foram treinados como agentes de inteligência, eles receberam suas primeiras ordens de Moscou pela Checoslováquia: infiltrar nos Estados Unidos e em todos os países da América Latina para produzir e distribuir drogas e narcóticos nos Estados Unidos. As instruções do Conselho de Defesa Soviético foram para o conselho de Defesa Tcheco e depois para Cuba. Conselheiros Tchecos ajudaram os cubanos a iniciar a produção de drogas e narcóticos como prioridade máxima e também ajudaram eles a criar as rotas de transporte pelo Canadá e pelo México, onde os Tchecos tinham boas redes de agentes, para dentro dos Estados Unidos. Rudolph Barak, o Ministro do Interior da Checoslováquia e logo o chefe da inteligência civil, pessoalmente ajudou os cubanos a estabelecerem a operação. Desde o princípio, Barak estava constantemente empurrando Soviéticos para cada vez mais longe. Ele queria acelerar a produção e fazer um melhor uso da rede de agentes Tchecos na América Latina, Ásia, Áustria e Alemanha Ocidental.

A produção e o tráfico de drogas por Cuba só começaram após as instruções terem sido recebidas do Conselho de Defesa Soviético para expandir a ofensiva. Em 1961, a Checoslováquia recebeu instruções do Conselho de Defesa Soviético para a inteligência cubana infiltrar as operações existentes na América Latina e nos Estados Unidos para preparar a base e recrutar pessoas para essas operações independentes. A ordem foi apresentada pelo Conselho de Defesa da Checoslováquia e pelos Ministros da Defesa e Do Interior. Como secretário do Conselho de Defesa da Checoslováquia, Sejna foi responsável por coordenar e agendar as direções e atribuições subsequentes. O plano tcheco para pôr em prática a ordem foi coordenado e aprovado pelos Órgãos Administrativos do Comitê Central do Partido Comunista da União Soviética.

O principal objetivo da infiltração foi obter informações sobre indivíduos que foram corrompidos pelas drogas e pelo tráfico de narcóticos. Os principais alvos identificados eram os militares, policiais, políticos, religiosos e executivos. Alguns alvos adicionais eram as instituições científicas, indústrias militares e universidades. Um objetivo secundário era obter inteligência sobre a produção e distribuição de drogas que já existia, para habilitar os soviéticos a exercer o controle estratégico e ajudar a prevenir que as várias infiltrações paralelas atrapalhassem umas às outras. Inteligência derivada das infiltrações no crime organizado também contribuiu para esse objetivo. A primeira reunião para coordenar a infiltração e a coleta de dados sobre drogas e a corrupção gerado pelos narcóticos que Sejna sabe ocorreu em 1962 durante a Segunda Conferência de Havana. Uma reunião secreta dos soviéticos e dos agentes da inteligência treinados pelos soviéticos e de todas as organizações Latinas Americanas. Essa reunião secreta foi organizada pela inteligência cubana e tcheca. Oficiais tchecos dos serviços de inteligência militar, Zs, organizaram a reunião. Outros oficiais tchecos que participaram da reunião foram: o Ministro do Interior, da Segunda Administração (a organização equivalente da KGB na Checoslováquia) e a contra inteligência militar.

Na coleta de dados sobre indivíduos corrompidos pelo tráfico de drogas, tanto usuários de drogas como os que estavam lucrando com o tráfico, os soviéticos identificaram um grande número de pessoas que poderiam ser compradas, que eram suscetíveis à influência e, principalmente, “não estavam preocupadas com as consequências de suas ações”. As informações do dossiê continham bases excelentes para recrutamento de “agentes de influência” ou espiões. Essa informação também foi utilizada para expor e prejudicar a reputação de indivíduos e organizações consideradas hostis aos interesses soviéticos.

O uso de informação sobre corrupção para chantagear e para recrutar agentes de influência é uma velha tática do Marxismo-Leninismo que foi utilizada em escala global. A inteligência tcheca dividiu esses dossiês sobre corrupção em duas categorias: pessoas que já estão em posição de poder e pessoas que potencialmente chegarão a posições de poder. Em 1967, a inteligência tcheca possuía 2500 dossiês sobre pessoas do alto escalão. Seus arquivos não permitiam duplicação de dossiês mantidos pelos outros que estavam ativos na América Latina – os cubanos, alemães orientais, húngaros, búlgaros e soviéticos – por causa da cooperação desses serviços de inteligência. Assim, no final da década de 1960, os soviéticos já possuíam dados sobre corrupção de mais de 10.000 pessoas influentes pela América Latina.

Como um indicativo que esses números não são exagerados, em 1971 um francês chamado Batkoun foi pego traficando heroína para dentro do Canadá. Ele foi deportado para a França e julgado lá por tráfico de heroína. Durante o julgamento, Batkoun foi identificado como um membro do Partido Comunista da França e agente da subseção “Groupement Cinq” da KGB soviética. Valeurs Actuelles reportou que quando preso, Batkoun tinha em mãos uma lista com mais de dois mil viciados em heroína no Canadá, dentre eles proeminentes civis, artistas, apresentadores de TV e professores universitários.

Corrupção, claro, não está confinada na América Latina, mas inclui a América do Norte e os países europeus como França, Suécia, Áustria, Suíça, Itália, Reino Unido e a Alemanha, onde estes dois últimos foram identificados pelo líder do Departamento Internacional do Partido Comunista da União Soviética, Boris Ponomarev, como os mais corruptos. Sabendo que as instituições financeiras que lavam esse dinheiro ilícito fazem parte desta rede de corrupção, o potencial para os soviéticos de praticarem chantagem e influenciarem em diversas operações é infinito. Aliás, como veremos posteriormente, parte da estratégia soviética em envolver pessoas com influência no tráfico de drogas, especialmente pessoas em bancos, intuições financeiras, políticos, militares e executivos industriais, foi precisamente para abrir uma potencial chance para chantagear e influenciar certas operações.

Como se observa, a corrupção da juventude e da intelectualidade faz parte, até nossos dias, de uma estratégia de dominação cultural e psicológica. Adoecem as sociedades, destroem a fé e escravizam a mente de centenas de milhares de pessoas, que assimilarão o marxismo com muito mais facilidade. No Brasil, basta uma avaliação do meio acadêmico universitário, tomado por drogas, doutrinação ateísta marxista e prostituição escancarada! É o experimento social mais brutal possível!

Recentemente, no Brasil, duas grandes instituições financeiras, com o patrocínio governamental, foram responsáveis por duas exposições de “arte” que faziam apologia expressa aos crimes de pedofilia, incluindo a zoofilia. Para a surpresa de todos, nenhum grupo de defesa dos direitos da criança, na mídia, ou no próprio meio artístico, saiu denunciando o fato com toda a veemência que o mesmo merecia. Onde estão os grupos ambientalistas defensores dos animais, por exemplo? Em uma das exposições, crianças eram incentivadas a tocar um homem nu, fato notório e de amplo conhecimento da população diante da gravidade e repercussão do mesmo.

O grau de degradação de nossa sociedade, espelhando um fenômeno mundial, fruto de décadas de doutrinação marxista cultural em diversos países, seja na grande mídia, seja nas universidades, é desesperador! A leniência das autoridades públicas que deveriam agir com todo o rigor, em ambos os casos dos museus referidos, é tão chocante quanto as exposições grotescas e infames! Chegamos realmente ao fundo do poço e só sobrou o desespero de pais e das próprias crianças que estão à mercê de um sistema de degenerados em um país campeão da prostituição infantil, do abuso sexual e desaparecimento de menores.

Considerando que a corrupção política, especialmente em um país no qual a esquerda se alterna no poder, com diversos disfarces, por mais de trinta anos, não há qualquer interesse de reversão desta tragédia social e moral. Ao contrário, observando a legislação penal das últimas décadas fica a impressão que o crime organizado já está infiltrado em todos os níveis de governo, incluindo o sistema carcerário e judicial cada vez mais “tolerante”. Aos pedófilos, um prato cheio! Crianças sendo sexualizadas através da doutrinação explícita nas escolas através da chamada ideologia de gênero que simplesmente é o fornecimento à pedofilia de vítimas confusas e predispostas a aceitá-la!

As famílias precisam ser alertadas desta verdadeira monstruosidade que está ceifando a vida de seus membros e as destruindo todos os dias! É papel e direito de qualquer pessoa de bem promover esta denúncia e dar combate a uma doutrina política e cultural que tem por objetivo permanente “trazer o Inferno à Terra” nas palavras de Saul Alinsky, o maior revolucionário marxista cultural da história dos Estados Unidos. Seu prefácio em sua obra “Regras para Radicais” é revelador:

“Não devemos nos esquecer de olhar ao passado para dar crédito ao primeiro radical de todos: de todas as lendas, mitologia e história (e, quem sabe onde a mitologia termina e começa a história – ou qual é qual), o primeiro radical conhecido pelo homem que se rebelou contra o sistema estabelecido, e o fez tão eficazmente que, pelo menos, ganhou seu próprio reino – Lúcifer.”

Bem vindos ao Inferno na Terra!

Que Deus tenha misericórdia!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: