Cincinato | Brasil

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ALETEÍA I

JC Berka

 

“ Porque não há nada oculto que não venha a ser revelado e nada escondido que não venha a ser conhecido e trazido à Luz.” Lc 12:2

Aletéia é o desnudamento da realidade, é trazer ao conhecimento o que
estava oculto ou mascarado.
No desespero de pautar a agenda nacional, impedindo que o verdadeiro
debate aflore, Governo e apaniguados impingem, através de factóides
ou crises pré-fabricadas, coadjuvados por mídia cooptada e servil,
verdadeiro bombardeio de informações, que transbordam às redes
sociais, espraiando-se cotidianamente por todos os recantos do país,
independente de classes ou estamentos sociais.
Sequer chegamos ao cerne do problema da Segurança Pública, e já a
questão dos combustíveis pontifica os debates públicos e privados.
A celeridade de mudança de temas é imprescindível, para o intento de
travar o aprofundamento dos mesmos, impedindo o raciocínio e
escrutínio popular. Com isso buscam impedir o protagonismo popular
consciente, levando a massa ao comportamento de manada.
A recente mobilização dos caminhoneiros, além do desconforto e
cheque- mate no Direito de Ir e Vir dos brasileiros, revelou a
mediocridade do Estado Brasileiros diante de Crises. Colocar tropas
militares e efetivos policiais nas rodovias, foi, na realidade. um
canhestro gerenciamento de crise. Prevenção de eventos deste porte
não fazem parte da capacidade real do Estado Brasileiro. Este
movimento que de espontâneo não teve nada, pois ficou visível a
orquestração do empresariado do setor de transportes, secundado por
políticos e por uma malta que aposta do quanto pior, melhor, merece
uma análise mais criteriosa, pois tudo indica que tem gente entregando
os anéis para não perder os dedos.

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A ESFINGE BRASIL

“ Decifra-me ou te devorarei! “

JC Berka

Em pleno apogeu da Era da Informação, vivenciamos um processo de desinformação aplastante. Teorias da conspiração, Fake News, lendas urbanas, fazem parte do bombardeio a que somos submetidos diuturnamente pelos meios de comunicação, redes sociais e por conteúdos ideológicos transmitidos em ambientes educacionais/culturais.

Carregadas de conteúdos subliminares e adotadas técnicas de Ação Psicológica, recebemos informações que nos distanciam da realidade, induzindo-nos a comportamento de manada, sendo manipulados solertemente por interesses de dominação de pretensa elite, seja nacional ou títere do Globalismo e/ou Ambientalismo.

Hoje a Nação, obnubilada pelas intempéries sociais e políticas, encontra-se diante do desafio de decifrar o país em que vive, no afã de interpretar fatos, conhecer personagens e circunstâncias.

Numa leitura simplista, debita-se à Economia, à Corrupção e ao Crime as matrizes das mazelas brasileiras. Não ignorando o protagonismo exercido por estas causas, omite-se, de caso pensado ou não, a destruição dos Valores Pátrios, consagradores e garantidores de uma sociedade sadia, constituída de proteção à Família, Direito à Liberdade de Credo, Política e Filosófica. Balançando entre um capitalismo selvagem e um simulacro de socialismo, empurra-se o país para o caos e uma hecatombe social que certamente enlutará os lares brasileiros.

Como desgraça pouca é besteira, aprendizes de feiticeiros fazem laboratório com iniciativas obscuras no intento de tutelar a nacionalidade e assegurar privilégios. Como panaceia para nossos males, indicam e buscam implementar reformas que não passam de remendos do Estado Brasileiro, ou acenam com a solução das Eleições. Enquanto isso, para manter a chama acesa da crendice popular engoda-se com uma Intervenção Militar no Rio de Janeiro, que apesar da seriedade das Forças Armadas, serve somente para blindar um Planalto valhacouto de meliantes.

Reféns da Obediência Devida, da Disciplina, da submissão constitucional, os militares embarcaram numa aventura que pode desaguar, num resultado que tem tudo a ver com “as aproximações sucessivas” do General Mourão. E, por via de consequência, numa Intervenção em todo o país. Talvez seja o que o país precisa, tamanho descalabro e falta de bom senso dos protagonistas do drama brasileiro.

Não obstante, buscando-se últimas tentativas do caminho constitucional, e levando-se em conta que significativo contingente da população ainda deseja o processo eleitoral regular, pelo temor de soluções esdrúxulas, necessário se faz o decifrar da Esfinge. Mesmo que tal tarefa seja hercúlea, pelo tanto de entraves, frutos da manipulação da opinião pública e pela mistificação de iluminados que pontificam nas redes sociais, nas consultorias financeiras, nas cátedras ou mesmo nos meandros da máquina pública.

Partindo-se do pressuposto que atravessaremos o Rubicão do impasse institucional, devemos refletir que país temos, de fato; elencar os problemas brasileiros com desassombro; analisarmos a conjuntura internacional e, ai sim, fazermos  a moldura onde colocaremos aquele que necessitamos para a condução do país.

Quais características deve ter, não aquele que postula o cargo presidencial, mas o Homem certo, no momento certo.

Diante dos horizontes plúmbeos do cenário nacional, onde crises, fabricadas ou não, se sucedem; quando todas as instituições brasileiras estão em cheque; a descrença nos homens públicos é total; quando remanescentes de uma extrema esquerda bolorenta, contaminada por anos de ineficiência e corrupção, terça armas com uma extrema direita ensandecida e falastrona, sem projeto para o país, a não ser “combater tudo que está aí”, urge o aflorar do bom senso, lampejo de inteligência coletiva de buscar aquilo que já foi consagrado nas calendas do tempo : “ In medius, virtus est !” .

Não nos olvidemos de que os extremos se espelham.

O Brasil de hoje, não suporta mais exotismo, soluções amadoras, salvadores da pátria.

Hoje necessitamos um Estadista! Há décadas não o tivemos. Mesmo aqueles embalados por competente marketing, não conseguiram seu lugar no panteão da pátria, não a obra arquitetônica, mas nos corações e mentes do Povo Brasileiro.

Hoje necessitamos daquele capaz de promover a concórdia, de restaurar a nacionalidade dividida ideologicamente em grupos, segmentos; daquele cuja vida pregressa possa ser escrutinada sem surpresas; com conteúdo e luz própria, propiciando a liderança de um governo de resgate de nossa destinação no concerto das nações.

Este é o desafio: decifrar a Esfinge. O país que temos, o país que almejamos.

E quem vamos eleger, com responsabilidade, certos de que esta oportunidade poderá ser única. A alternativa somente Deus conhece, mas podemos intuir que será catastrófica.

Que Deus nos Ajude!

FEBEAPÁ, O FESTIVAL DE BESTEIRA QUE ASSOLA O PAÍS

JC Berka
Em 1966, estudando no Colégio Catarinense, em Florianópolis, tomei contato com Stanislaw Ponte Preta, heterônimo de Sérgio Porto. Em plena adolescência, me apaixonei pelas crônicas satírico-irônicas que com maestria criou personagens inolvidáveis: Tia Zulmira, Meu primo Altamirando, Rosamundo e outros.
Em seu primeiro livro Febeapá (são três), foca com maestria personagens da política, militares, policiais, desnudando rústicos, boçais, hilários, caricatos, usando o humor fino e refinado para a crítica social em tempos bicudos.
Influenciados pelo brilhantismo do autor, muitos jovens iniciaram-se nas Letras, adotando o estilo da Crônica.
Hoje, certamente a verve de Sérgio Porto contaria com material abundante, visto estarmos vivendo um tempo surreal. Boçais e ignaros, muitos deles fugidos dos bancos escolares, ou analfabetos funcionais, pontificam em meios de comunicação de segunda linha, em blogs, Youtube e redes sociais. Por outro lado, o estamento político representando uma população carente, sem educação, em pleno processo de destruição de valores e civilidade, tem produzido figuras que certamente o autor usaria como matéria prima para sua criação literária.
Além disso, a classe jornalística, como toda a sociedade brasileira, não foi infensa ao processo de desconstrução da Brasilidade. Em seu meio pululam mercenários de distintos naipes, verdadeiras “bocas de aluguel”, isentos de escrúpulos, que mendigando migalhas, alugam-se para políticos inescrupulosos, empresários salafrários, bicheiros, traficantes, doleiros, e também para agentes da Lei renegados e interesses internacionais espúrios.
Além de estarmos enfrentando a praga das fake News, nós, usuários das redes sociais, nos deparamos com um ativismo digital que beira às raias da insanidade total, muitas vezes com viés criminoso. Qualquer idiota, sem expressão, desajustado socialmente, deficiente emocionalmente, com um celular na mão, transforma-se num youtuber, analista político de araque, mero fofoqueiro, quando não propalador de calúnias.
Vejamos: em setembro passado o General de Exército Maynard Marques de Santa Rosa, da reserva, postou um texto de sua lavra, que foi amplamente divulgado e compartilhado, sendo, inclusive, postado no site do CECONSEX – Centro de Comunicação de Exército, sob o título ESQUIZOFRENIA SOCIAL. Nele, o autor, aborda com propriedade e exercendo o Direito de Livre Expressão, sem ofensas, sem defesa de atividades ilegais/ilícitas, radicalismo ou sectarismo, o caos patrocinado por liberticidas e defensores de ideologia destruidora dos valores próprios de nossa sociedade. Aponta como um marco desestabilizador da harmonia entre os poderes da República, os equívocos e disparates da Constituição de 1988.
Como cidadão, tem todo o direito de fazê-lo, mesmo porque não foi o precursor destes posicionamentos, pois muitos constitucionalistas já declararam o mesmo. Para não falar da aberração de que a mesma Carta Magna, foi manchada pelo fato declarado pelo ex-Ministro da Justiça, ex-Presidente do STF e ex-Ministro da Defesa, Nelson Jobim, de que teria contrabandeado dois artigos para a Carta de 88, que não foram apreciados e votados. Não se sabe se Jobim, notório prima-dona, denunciou o fato por problemas de consciência ou inconfessáveis motivos. O fato é que, em nenhum momento, ninguém se prestou a questionar a validade e legalidade da Constituição.
Santa Rosa, independente de nunca ter sido panfletário, defensor de Intervenção Militar, adepto de ditaduras, tem o Direito de manifestar-
se. Seu texto é um exemplo de ponderabilidade, lucidez e honestidade intelectual, coisa rara em seus detratores. Apontando, com seriedade, e desassombro as mazelas que nos acometem, alerta para um point of no return, no intento da reflexão coletiva, na correção de rota, no afã de evitar colisão entre as distintas correntes ideológicas, buscando poupar a Nação de sofrimento, num compromisso alicerçado em valores cultivados em anos de caserna.
O General nunca ocupou cargo político, participou de conselho de estatais, nunca teve seu nome ligado a grupos empresariais; escrutinado com uma lupa maldosa nos governos petistas pela Receita Federal, teve seu nihil obstat.
Foi demitido de seu cargo no Ministério da Defesa, pela dupla Lula/Jobim, com a desculpa de sua postura diante da excrescência da COMISSÃO DA VERDADE, definida pelo bravo general de “Comissão da Calúnia”.
Existem outras condicionantes, talvez, preponderantes: Santa Rosa, posicionou-se firmemente contra a ação insidiosa das Ongs na Amazônia. Como nacionalista convicto e cioso de nossa Soberania e interesses pátrios, denunciou esta Quinta Coluna operando em nosso território no interesse do Ambientalismo e Globalismo.
Pois bem, cinco meses após a publicação do texto do general, um blog destes teúdo e manteúdo pelo PT e o jornaleco “Causa Operária” operado pelo PCO, abordam o texto, no intento de rotulá-lo de apologia à Intervenção Militar. Mais ainda, buscam dar a conotação de que tal fato seria avalizado pelo Exército.
Esta conduta covarde e indecente, vem corroborar o diagnóstico do lúcido autor. Vivenciamos um período de ESQUIZOFRENIA SOCIAL.
Onde e quando os extremos tentam nos levar ao confronto intestino, trazendo mais sofrimento a este povo tão massacrado pelos resultados de governos corruptos e incompetentes.
Quanto à postura dos detratores do General, vale o dito:

“ AO IGNORANTE, ABORRECE O ENTENDIDO “
• JC Berka é Coach em Segurança & Inteligência e autor do livro
EXECUTIVOS, POLÍTICOS & BANDIDOS

LULA NA CADEIA JÁ!!!

Caros amigos

Luiz Inácio Lula da Silva é um odioso mercador de ilusões que, de uma forma ou de outra, inclui no negócio a alma e a consciência daqueles cujo apoio necessita para a consecução de seu plano de poder. Aos canalhas oferece dinheiro e posição, aos ignorantes e miseráveis oferece esmolas, sanduíches de mortadela ou um prato de comida.

Seu plano diabólico inclui, desavergonhadamente, a mentira, a omissão e a enganação. Tem combinado com os partidos corruptos que o apoiam que basta colocá-lo no poder, para que lá, sentado novamente sobre o cofre e com os meios de confisco a sua disposição, rearrume a vida de todos os comparsas e se mantenha no poder enquanto o engenho, a arte e sua capacidade metamórfica lhe permitirem.

A inteligência maquiavélica do Sr da Silva e a ambiguidade dos seus discursos lhe permitem manter o MST – movimento que arregimenta inocentes úteis sob a liderança de jurássicos comunistas – e outras gentes sob seu controle – supridos, treinados, alimentados, enganados, comprados e impunes -, aguardando ocasião e ordem para invadir, não apenas o campo, mas a cidade e as instituições para defender os seus interesses pessoais, os do partido e de seu projeto de poder.

Essas são algumas das razões pelas quais não podemos aceitar que Lula se candidate à Presidência da República e que deixe de ir para a cadeia cumprir a merecida pena pelos danos financeiros e morais que tem causado ao Brasil!

Gen Bda Paulo Chagas

LulaPreso

ÉRIKA MIALIK MARENA Coragem em meio ao Império da Covardia

JC Berka

Apesar de não ter procuração para defender a Delegada de Polícia Federal, Érika Marena, mesmo porque a mencionada não necessita de defesa, sinto-me compelido a tecer algumas considerações sobre ela e sua atuação profissional, tendo em vista os ataques que a mesma vem sofrendo da parte de bocas-de-aluguel de uma imprensa contaminada e por valentes que somente mostram bravura em blogs .

Faço também, por ter certeza de que o ataque sistemático destas hienas, visa, em última análise, detonar com a Operação Lava, obstruindo a ação moralizadora e saneadora do Estado Brasileiro e do meio empresarial.  Quem defende esta corja que arrebentou com nosso país, não é vítima : é cúmplice!

É óbvio que tendo levado às grades do cárcere, figuras proeminentes da política e do mundo empresarial, inaugurando nova performance no combate ao White collar crime, juízes, promotores e policiais sofreriam retaliação, que seria pautada pela capacidade financeira dos envolvidos, bem como, pela total falta de escrúpulos os cooptados para fazerem o trabalho sujo. Gente que parece ter sido concebida num bordel ou filhote de chocadeira, tamanho desprezo por valores da cidadania, da Moral e da Ética.  Arremedos de jornalistas e pseudo-intelectuais, se prestam a defenderem gente como Lula, Cunha, Aécio, Dilma, Temer, Gim Argello, Cabral, Eunício Oliveira, Renan, e outros tantos.  Por migalhas, tornam-se coadjuvantes de advogados pagos a peso de ouro, num projeto conjunto de perpetuar o status quod, criminalizando o Estado e corrompendo todo um povo.

Porém o que me estimulou a me posicionar foram os ataques à delegada, buscando responsabilizá-la pela morte do reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier.

Quero aqui, abrir um parênteses: como florianopolitano, cursei Direito na UFSC. Tenho amigos professores na referida universidade, me relaciono com políticos catarinenses e considero-me, razoavelmente, informado das coisas da terra. Todos meus contatos dão-me conta de que o finado reitor era uma pessoa afável, do Bem e comprometido com a Universidade.  Infelizmente, acometido por uma enfermidade insidiosa, a depressão, cometeu o tresloucado ato, tirando a própria vida.  Não podemos julgá-lo, afinal cada qual lida com a própria sensibilidade. Cancellier, pode ter sido vítima de uma série de fatores que levaram as instituições de ensino público no Brasil a processo falimentar, bem como de outros fatores que deveriam ser melhor investigados.

Se os fatos que estão ocorrendo no Brasil, nos últimos tempos, acontecessem no Japão, teríamos uma epidemia de Seppuku, o famoso haraquiri. Naquele país, a honra é levada a sério. Acusados de corrupção ou fraudes, políticos e empresários se suicidam. Não é o caso brasileiro, onde a sensibilidade anestesiada pela prática comum de descalabros, gerou uma sociedade cínica e permissiva.

A respeito da Operação Ouvidos Moucos, pude levantar o seguinte:

  1. As verbas do ensino à Distância no programa Universidade Aberta do Brasil, da CAPES, eram geridas com completo descontrole; professores que dominavam esse nicho de poder na UFSC usavam o dinheiro como bem queriam, davam bolsas a quem não deveria tê-las (enquanto que professores que davam aulas, efetivamente, ficavam sem receber, sob o argumento de que a CAPES estava em mora no envio dos valores), direcionavam contratações de serviços para certas empresas ( as quebras de sigilo bancário vão mostrar se estavam recebendo contrapartida), fraudavam documentos, tudo em conluio com elementos das fundações de apoio, que recebiam a parte do dinheiro do custeio do EaD para gerir;
  2. Esse controle precário da CAPES permitiu que organizações criminosas voltadas ao peculato e outras fraudes se estabelecessem na UFSC e em outras instituições federais de ensino pelo país;
  3. O reitor acabou envolvido na investigação no momento em que aparece fazendo manobras para evitar que o grupo que controlava as verbas do EaD fosse alterado. Ocorre que ele vinha sendo cobrado por professores indignados que lhe exigiam seu posicionamento, além da própria investigação preliminar e sigilosa que a corregedoria da UFSC abriu. E o que ele fez foi tentar dissimular uma troca no comando da gestão geral do EaD, e ao mesmo tempo, fazer movimentos para afastar da coordenação do EaD do curso de Administração, a professora que havia descoberto grande parte dos problemas e que persistia nas denúncias. Além disso, ele vai até a CAPES, a qual, mesmo já sabendo das fraudes em apuração, libera mais dinheiro para o programa, e tira seu site de transparência do ar (impedindo por meses a consulta aos bolsistas do programa). Além disso, sem saber como o corregedor vinha progredindo na investigação, o reitor acaba tentando avocar o processo, intima o corregedor para entregar os autos, e não consegue ser bem sucedido, pois a CGU dá uma resposta enfática sobre a ilegalidade do ato. Assim sendo, ele não estava envolvido diretamente na gestão da verba apurada, mas lutou para manter aquele núcleo de poder que compunha seu grupo de sustentação na Universidade, tendo suas manobras ao longo dos últimos meses, convencido à autoridade policial e Ministério Público da necessidade das medidas pedidas ao poder Judiciário;
  4. Todas as medidas cautelares pedidas tiveram a concordância integral do MPF e da JF, e alguns dias depois da deflagração da Operação, o próprio TCU afastou dos cargos todos os investigados;
  5. Muitas matérias alegam que uma juíza plantonista soltou no dia seguinte, os presos, como se não houvesse motivo para a prisão. Contudo, esquecem de dizer que a juíza do caso estudou por dois meses todas as provas, depois que a colega dela soltou todos menos de 24 hs depois, ela deu na semana seguinte uma entrevista incisiva, dizendo que a juíza plantonista errou, e que nunca tinha visto isso ocorrer no judiciário;
  6. Muitas matérias alegam que a investigação é fraca ou não tem provas. Ora a operação é uma FASE da investigação, e os elementos apurados até então traziam e trazem indícios de conduta criminosa ocorrendo na UFSC, e por isso foram pedidas as medidas cautelares. O que alguns confundem, de propósito ou não, é a prisão cautelar com prisão decorrente de uma condenação. As prisões deferidas foram cautelares, para cessar a conduta e garantir a eficácia na continuidade da investigação. Futuramente, em ação penal, será apurada, diante do contraditório, a atuação de cada qual que for denunciado, e aqueles condenados estarão sujeitos a nova prisão, mas aí com juízo condenatório. Só aí a imprensa poderá dizer que havia provas suficientes ou não. Enquanto a investigação está em andamento, falar que não havia provas suficientes é misturar conceitos, para confundir as pessoas e tentar jogar suspeita na apuração;
  7. Outra situação que vem motivando a maioria dos ataques, é o fato de haver uma verdadeira indústria de liberação de dinheiro público para projetos de extensão remunerados em universidades federais. São bilhões somados, geridos por professores com acesso político junto a ministérios e estatais, e que são entregues nas mãos de fundações de apoio, que promovem contratações sem controle, direcionadas, além de diversos casos de desvios. O EaD da UFSC era um projeto de extensão e os professores investigados gerem, geriram ou receberam dinheiro de outros projetos de extensão que captaram valores junto à Petrobrás, DNIT, e Ministério da Saúde, por exemplo. Tudo merece ser investigado e as investigações estão direcionadas também nesta direção;
  8. A representação da família do reitor alega que o fato de ter havido uma entrevista coletiva no dia da operação policial, de a PF ter divulgado a operação nas redes sociais e o reitor ter sido levado para a penitenciária, tudo afetou seu emocional e o levou a decidir pelo suicídio. Ocorre que todas estas medidas são medidas padrão em todas as operações da PF, o que nunca foi questionado por imprensa, OAB. Em cumprimento às normas e procedimentos, o reitor, levado à penitenciária, foi direcionado para área de detidos com curso superior. Quanto ao uso do uniforme, faz parte do processo carcerário, e caso contrário se configuraria o indesejado uso de privilégio, tanto criticado pela população e mídia.
  9. Não existe a possibilidade da autoridade policial solicitar exame psiquiátrico, prévio, de investigados. A infeliz ocorrência de suicídios nestes casos não é novidade. Porém, como tratava-se de alguém com destaque na sociedade, aproveitando-se da desgraça alheia e do infortúnio da família, abutres sem escrúpulos instrumentalizam a tragédia com inconfessáveis objetivos: comprometer a imagem da autoridade policial e ligar o nome de Erika Marena à LAVA JATO.

 

Concluindo, as universidades federais brasileiras estão sucateadas. Não existem verbas para modernização, pagamento de professores, pesquisa e incentivo verdadeiro e lícito à cultura. No entanto valores astronômicos são desviados por estas figuras nefastas que pululam no meio universitário, que aparelham ideologicamente as instituições, manipulam o ensino, pregam a destruição de valores da democracia, da família e não contentes, roubam.

Quanto a vitimização destes atores de ópera bufa e tragicômica, não foram originais, seu líder e modelo, LULA, já acusou que sua esposa Mariza Letícia, morreu de desgosto pela “perseguição” da LAVA JATO.  O Garanhão de Garanhuns, mistifica, num exercício de cinismo e canalhice, já que é de domínio público que o que enfermou sua finada esposa, foram  seus inúmeros casos amorosos e o desmonte de sua imagem pública, com a constatação de sua atuação corrupta e criminosa no exercício da presidência.

Quanto à Delegada Érika Mialik Marena, num cenário de tanta covardia, de tanta omissão, tanto dos agentes da Lei, como do cidadão comum, ela destacou-se por sua indômita coragem e compromisso,  com o exercício da Lei no combate a esta chaga nacional, a corrupção.  Juntamente com outros delegados, iniciaram a operação que constitui-se na única esperança saneadora do país, antes que experimentemos uma intervenção militar. Pela primeira vez, poderosos e ricos meliantes sentiram o peso da Justiça. Pela primeira vez, começamos a acreditar nas instituições, apesar de muitos retrocessos.

Porém, se esta corja de detratores daqueles que almejam um país sério e honesto, conseguirem seu intento do refluxo da LAVA JATO, vamos experimentar o inferno. Um cenário dantesco de distúrbios civis, de recrudescimento da criminalidade, de guerra civil!

Este caso da Operação Ouvidos Moucos, é emblemático. Ao mesmo tempo que assistimos a derrocada do ensino público no país, temos o crescimento exponencial da maior estrutura e instituição de ensino privado do mundo, o consórcio KROTON/ANHANGUERA. Nada é por acaso.

Com tanta “gente boa” na cadeia, outros a caminho, com a covardia da grande maioria omissa e/ou acumpliciada, encastelada nas estruturas do Poder Público, usufrutária de benesses do Poder, nada melhor do que um cadáver para tentarem dar uma trava nas investigações . Não conseguirão!

Érika e seus colegas, vocacionados e dedicados à difícil tarefa de combater o Mal, certamente não integram aquela parcela de sua instituição que recepciona e bajula investigados famosos em cerimônias no Espaço da Corte, em Brasília. Ela e colegas integram a banda sadia da corporação.

Devem ser aplaudidos, seguidos e protegidos.

2018. O ano da decisão!

João Carlos Berka

Todos os anos, ao aproximarem-se Natal e Reveillon, pululam futurólogos de todos os naipes. Analistas financeiros, especialistas em Mercado, economistas, videntes, analistas de Inteligência, Institutos de Pesquisa, analistas políticos, e toda uma plêiade de iluminados que dizem ter comunicação com o Além, ou escutam Deus diretamente de uma “ sarça ardente”.

Embromação e picaretagem são as constantes nestes prognósticos:

“ Neste Ano morrerá alguém famoso, do futebol, da política, da cultura…”

“ Depois de uma crise o país vai entrar numa fase de grande prosperidade…”

“ Num conflito internacional, morrerá um importante militar estrangeiro…”

Para completar o quadro sui-generis de fim de ano, o frenesi consumista, embalado em acordes natalinos, quando mais que mercadorias, mercadejam-se almas.

Rituais e símbolos pagãos imperando, num desvirtuamento total da efeméride.

Ceia, peru, champanhe, troca de presentes, árvore de Natal, Papai Noel, tudo para aplacar um ano inteiro de competição desenfreada, insensibilidade social, desrespeito ao próximo, falta de compromisso com os valores da família e a sociedade.

Natal é época de “ reconciliação”, de indulto para presos, de dar esmolas substanciosas, de confraternização de gente que trabalha o ano inteiro junto, mal aturando-se, que reúnem-se fim de ano para troca de presentes de amigos-ocultos.

Tempo de hipocrisia.

Não obstante, existem muitos que usam a época para projetos de mudança de hábitos, atitudes – de vida!

Fazer dieta, largar vícios, reconciliar-se com desafetos, mudar de emprego, de cidade, casar, divorciar-se, assumir relacionamento oculto, sair do armário, escrever um livro, ter um filho, plantar árvores, fazer uma plástica, praticar um esporte, ter um hobby, deixar de mentir, economizar para a compra da casa própria, trocar de carro, fazer a viagem dos sonhos, abrir uma empresa, ganhar muito dinheiro, gastar muito dinheiro, cuidar melhor da saúde, enfim, toda uma gama de sonhos ganham corpo e parecem mais próximos da concretização.

É a famigerada “Magia do Natal”!

Nada que ver com o Natal. Com a data comemorativa do nascimento do Salvador. Aliás, nada mais coerente com a prática humana de criar datas para homenagear ou cultuar o que é ignorado e desconsiderado o ano todo:

Dia das Mães, dos Pais, da Criança, da Mulher, dos Namorados, da Paz, etc.

Verdadeira massagem na consciência coletiva, sabedora do descaso constante com o Amor ao Próximo.

Assim também, com Jesus. É bom ter um dia para homenageá-lo, já que os restantes do ano cultua-se e genuflexa-se diante do Diabo.

Mas diante do princípio de transformar um limão numa limonada, vale buscarmos recuperar o verdadeiro sentido da data, e além da verdadeira adoração do Deus encarnado, cultivarmos, e estabelecermos metas que ultrapassem nossas idiossincrasias pessoais. Pensemos no coletivo.

Que 2018 seja o Ano da Verdadeira Mudança.

Que nosso País possa se reencontrar com seu destino. Que o ufanismo patriota converta-se em verdadeiro amor pátrio.

Que nosso compromisso com o coletivo, com nosso semelhante, supere os matizes ideológicos.

Que haja um sentimento da atual geração de responsabilidade para com as próximas.

Que não sejamos canibais de nossa espécie e predadores do ambiente que vivemos.

Que aprendamos a nos respeitar como criaturas feitas “a Imagem e Semelhança do Criador”.

Que aprendamos a amar nosso próximo como a nós mesmos.

Que possamos ver a Justiça Divina, espelhada na Justiça Humana.

Que possamos inaugurar um novo tempo.

De Justiça, Paz social, Segurança, de melhor distribuição de renda, de saúde para todos, de Educação com qualidade, de moralização de costumes, de ética pessoal e coletiva, de liberdade de Crença e Idéias, de novas prática empresariais, de higienização do estamento político.

De apreço a brasilidade e compromisso com nossa Soberania.

Que finalmente, tenhamos a satisfação de vivermos nossa fé, de termos orgulho de sermos brasileiros.

Que 2018 seja não somente o ano da Decisão, mais o Ano da Atitude e Ação.

O Ano dos Brasileiros.

Feliz e Verdadeiro Natal e um Próximo Ano de Vitória para todos.

 

Meus votos de 2016, 2017, 2018 …
Até quando não precisarmos mais destes augurios!

Nosso alguidar

João Carlos Berka

Em minha infância, escutei, incontáveis vezes, uma pequena história de caráter educativo. Com ela meus pais buscavam transmitir, a meus irmãos e a mim, a preocupação e o amor aos avós e aos idosos em geral.

Vale repetir : “ Ao sentar-se à mesa, viu um menino, que ao invés de ser dado um prato ao avô, já senil e decrépito, era-lhe reservado um alguidar ( uma espécie de gamelinha de barro) no chão, no canto da sala. Ao questionar, junto a seus pais, o porquê daquele tratamento, que a seus puros olhos infantis parecia desumano, foi-lhe respondido que assim faziam para evitar que o avozinho sujasse a mesa, derramando alimentos com suas trêmulas mãos. Dias mais tarde, viram, perplexos, seus pais, o menino guardar o alguidar debaixo de sua cama. Perguntada a razão de  seu procedimento, respondeu estar guardando o objeto, para no futuro, quando eles, seus pais estivessem com a idade do avô, pudessem fazer uso do mesmo, no chão, no canto de uma sala”.

 

Nossa geração, ao que parece, não captou o espírito da parábola popular. O descaso para com nossos maiores beira as raias da insensibilidade total. Nossos idosos sofrem um tratamento familiar, coletivo e social, que obriga ao questionamento de nossa alegada racionalidade. Se, no âmbito familiar, a situação fala do descaso e desmoronar de valores humanos, a nível social o descalabro é gritante.

Possuímos uma Previdência que não prevê. Que não justifica a enorme máquina administrativa, que ora é apresentada aos contribuintes como portadora de enorme déficit, ora como instituição saneada. A realidade é que todo o sistema brasileiro de aposentadorias e pensões, bem como benefícios, seguro-saúde, assistência médica  e curativa, tudo, enfim, constitui-se numa grande vergonha nacional!

Escândalo após escândalo, vai-se compondo o mosaico do quadro insano a que relegamos a questão do idoso, do aposentado e daquele impedido de trabalhar por questões de saúde.

Com esquemas de pretensa socialização da medicina, conseguiu-se  aviltar o atendimento médico da Previdência. Com desmandos administrativos e incúria gerencial, inviabilizaram-se os convênios com entidades privadas e o credenciamento de profissionais da saúde.

 

Sofrendo com tudo isto, a população carente, que não pode arcar com os altos preços médicos e tão pouco usufruir dos serviços hospitalares privados.

Quanto aos pensionistas e aposentados, estes vivem uma situação de angustiante penúria, tendo suas pensões corroídas por um processo inflacionário, ora galopante, ora marchador, porém contínuo; veem seu padrão de vida baixar a ponto da quase mendicância, tendo que abdicar, no ocaso de suas vidas, após anos e anos de trabalho ( e tendo sempre mantido em dia as malditas contribuições aos institutos de previdência), de um estilo de vida ao qual estavam acostumados. A defasagem entre o montante recebido enquanto produtivos e o de na qualidade de aposentados é enorme.

 

Sem pejo nem subterfúgios, podemos afirmar, categoricamente, que a sociedade em geral e o Estado em especial, apressam a morte coletiva daqueles que já tanto produziram, já deram suas parcelas de contribuição ao desenvolvimento comunitário e do país, praticando um autofagismo da espécie, negando a Razão e os sentimentos como atributos humanos.

Sem seus trabalhos, sem rendimentos condizentes que lhes propiciem vida digna e prazeirosa, sem assistência médica adequada, enfim sem o respeito e consideração de seus semelhantes, resta-lhes o gosto travo do abandono, a vontade de ir embora…

 

Mas, não devemos olvidar de que a História é repetitiva, mudando somente seus personagens!

Amanhã, estaremos nós, sentados no chão de uma sala…  Então – o alguidar será nosso!

 

( texto publicado no Jornal “A Notícia” , de Joinville/SC, em 19/08/87)

Trinta anos após o governo tenta piorar ainda mais este quadro!

 

Aliança Profana: a relação entre o esquerdismo, crime organizado e pedofilia

Cristovam Espírito Santo

 

Como toda doutrina deletéria, não é de se estranhar que o marxismo, a partir da militância esquerdista, tenha se associado ao longo das décadas com o que existe de mais degenerado e espúrio. No Brasil, apenas a título de exemplo, existem fortes indícios de ligações entre a esquerda em seus diversos matizes e o crime organizado. Em um país tomado pela corrupção política, o narcotráfico, por exemplo, é um excelente caminho para a lavagem de dinheiro.

Do ponto de vista estratégico, o movimento marxista, não só no Brasil, mas em diversos países, abandonou, e faz muito tempo, a concepção primitiva segundo a qual a revolução se daria pelo proletariado. Na verdade, os atuais “revolucionários” associaram-se com os degenerados, os criminosos mais perigosos, os mercenários para promover a “revolução”. Esta tradição da esquerda não é nova. Na obra “Red Cocaine”, ou “Cocaína Vermelha”, Joseph Douglass Jr. descreve com riqueza de detalhes como a Cocaína e outras drogas foram introduzidas na América Latina a partir dos agentes cubanos já nos anos 60 do século XX. No Capítulo 3 da referida obra, o autor descreve minuciosamente como esta tragédia que hoje mata milhares de jovens todos os anos na América Latina começou pelas mãos dos comunistas em uma rede internacional que até hoje sustenta ditaduras neste continente:

Red Cocaine – Capítulo 3 – Construindo a Rede das Drogas da América Latina

O braço tcheco da ofensiva das drogas soviética começou em 1960 em duas frentes: Ásia (Indonésia, Índia e Burma) e a América Latina (Cuba). Por causa do importante papel de Cuba para o crescimento do uso de drogas ilegais e de narcóticos nos Estados Unidos, a operação soviética-cubana-tcheca merece uma atenção especial.

No final do verão de 1960, apenas um ano e meio após Fidel Castro conquistar o poder, seu irmão Raul Castro visitou a Checoslováquia em procura de ajuda militar e assistência financeira. Naquela época, Fidel e os soviéticos se odiavam. Por essa razão os cubanos procuraram a Checoslováquia e não a União Soviética. Sejna foi o responsável por receber a delegação cubana e foi o seu anfitrião durante a visita. Uma de suas primeiras ações foi arrumar uma visita do Raul à União Soviética para conhecer Khrushchev.

Seguindo essa visita, os soviéticos direcionaram os tchecos para trabalhar com os cubanos e pavimentar o caminho para uma tomada soviética de Cuba. Os soviéticos queriam que a Checoslováquia liderasse a tomada, porém escondendo a influência soviética. Eles não queriam que Fidel Castro ficasse sabendo da operação soviética para infiltrar e tomar cuba e não queriam que os Estados Unidos ficassem sabendo o que estava acontecendo.

Cuba e a Checoslováquia assinaram um acordo onde a Checoslováquia iria prover ajuda militar a Cuba, treinar os cubanos em planejamento e operações militares e ajudar organizar a inteligência e a contra inteligência cubana. Em troca, Cuba aceitou se tornar o centro revolucionário no Ocidente e permitiu que a Checoslováquia estabelecesse estações de inteligência em Cuba. Dezesseis conselheiros tchecos foram para cuba para prover treinamento e estabelecer as operações de inteligência e contra inteligência.

Aproximadamente quinze por cento dos conselheiros tchecos eram agentes da inteligência soviética disfarçados de tchecos. Em três anos, todos os tchecos em posições chaves seriam trocados por soviéticos. Assim, desde o princípio, a inteligência cubana e suas estruturas militares foram fortemente influenciadas pelos soviéticos. Em menos de dez anos, os soviéticos estavam em total controle.

Depois que os primeiros cubanos foram treinados como agentes de inteligência, eles receberam suas primeiras ordens de Moscou pela Checoslováquia: infiltrar nos Estados Unidos e em todos os países da América Latina para produzir e distribuir drogas e narcóticos nos Estados Unidos. As instruções do Conselho de Defesa Soviético foram para o conselho de Defesa Tcheco e depois para Cuba. Conselheiros Tchecos ajudaram os cubanos a iniciar a produção de drogas e narcóticos como prioridade máxima e também ajudaram eles a criar as rotas de transporte pelo Canadá e pelo México, onde os Tchecos tinham boas redes de agentes, para dentro dos Estados Unidos. Rudolph Barak, o Ministro do Interior da Checoslováquia e logo o chefe da inteligência civil, pessoalmente ajudou os cubanos a estabelecerem a operação. Desde o princípio, Barak estava constantemente empurrando Soviéticos para cada vez mais longe. Ele queria acelerar a produção e fazer um melhor uso da rede de agentes Tchecos na América Latina, Ásia, Áustria e Alemanha Ocidental.

A produção e o tráfico de drogas por Cuba só começaram após as instruções terem sido recebidas do Conselho de Defesa Soviético para expandir a ofensiva. Em 1961, a Checoslováquia recebeu instruções do Conselho de Defesa Soviético para a inteligência cubana infiltrar as operações existentes na América Latina e nos Estados Unidos para preparar a base e recrutar pessoas para essas operações independentes. A ordem foi apresentada pelo Conselho de Defesa da Checoslováquia e pelos Ministros da Defesa e Do Interior. Como secretário do Conselho de Defesa da Checoslováquia, Sejna foi responsável por coordenar e agendar as direções e atribuições subsequentes. O plano tcheco para pôr em prática a ordem foi coordenado e aprovado pelos Órgãos Administrativos do Comitê Central do Partido Comunista da União Soviética.

O principal objetivo da infiltração foi obter informações sobre indivíduos que foram corrompidos pelas drogas e pelo tráfico de narcóticos. Os principais alvos identificados eram os militares, policiais, políticos, religiosos e executivos. Alguns alvos adicionais eram as instituições científicas, indústrias militares e universidades. Um objetivo secundário era obter inteligência sobre a produção e distribuição de drogas que já existia, para habilitar os soviéticos a exercer o controle estratégico e ajudar a prevenir que as várias infiltrações paralelas atrapalhassem umas às outras. Inteligência derivada das infiltrações no crime organizado também contribuiu para esse objetivo. A primeira reunião para coordenar a infiltração e a coleta de dados sobre drogas e a corrupção gerado pelos narcóticos que Sejna sabe ocorreu em 1962 durante a Segunda Conferência de Havana. Uma reunião secreta dos soviéticos e dos agentes da inteligência treinados pelos soviéticos e de todas as organizações Latinas Americanas. Essa reunião secreta foi organizada pela inteligência cubana e tcheca. Oficiais tchecos dos serviços de inteligência militar, Zs, organizaram a reunião. Outros oficiais tchecos que participaram da reunião foram: o Ministro do Interior, da Segunda Administração (a organização equivalente da KGB na Checoslováquia) e a contra inteligência militar.

Na coleta de dados sobre indivíduos corrompidos pelo tráfico de drogas, tanto usuários de drogas como os que estavam lucrando com o tráfico, os soviéticos identificaram um grande número de pessoas que poderiam ser compradas, que eram suscetíveis à influência e, principalmente, “não estavam preocupadas com as consequências de suas ações”. As informações do dossiê continham bases excelentes para recrutamento de “agentes de influência” ou espiões. Essa informação também foi utilizada para expor e prejudicar a reputação de indivíduos e organizações consideradas hostis aos interesses soviéticos.

O uso de informação sobre corrupção para chantagear e para recrutar agentes de influência é uma velha tática do Marxismo-Leninismo que foi utilizada em escala global. A inteligência tcheca dividiu esses dossiês sobre corrupção em duas categorias: pessoas que já estão em posição de poder e pessoas que potencialmente chegarão a posições de poder. Em 1967, a inteligência tcheca possuía 2500 dossiês sobre pessoas do alto escalão. Seus arquivos não permitiam duplicação de dossiês mantidos pelos outros que estavam ativos na América Latina – os cubanos, alemães orientais, húngaros, búlgaros e soviéticos – por causa da cooperação desses serviços de inteligência. Assim, no final da década de 1960, os soviéticos já possuíam dados sobre corrupção de mais de 10.000 pessoas influentes pela América Latina.

Como um indicativo que esses números não são exagerados, em 1971 um francês chamado Batkoun foi pego traficando heroína para dentro do Canadá. Ele foi deportado para a França e julgado lá por tráfico de heroína. Durante o julgamento, Batkoun foi identificado como um membro do Partido Comunista da França e agente da subseção “Groupement Cinq” da KGB soviética. Valeurs Actuelles reportou que quando preso, Batkoun tinha em mãos uma lista com mais de dois mil viciados em heroína no Canadá, dentre eles proeminentes civis, artistas, apresentadores de TV e professores universitários.

Corrupção, claro, não está confinada na América Latina, mas inclui a América do Norte e os países europeus como França, Suécia, Áustria, Suíça, Itália, Reino Unido e a Alemanha, onde estes dois últimos foram identificados pelo líder do Departamento Internacional do Partido Comunista da União Soviética, Boris Ponomarev, como os mais corruptos. Sabendo que as instituições financeiras que lavam esse dinheiro ilícito fazem parte desta rede de corrupção, o potencial para os soviéticos de praticarem chantagem e influenciarem em diversas operações é infinito. Aliás, como veremos posteriormente, parte da estratégia soviética em envolver pessoas com influência no tráfico de drogas, especialmente pessoas em bancos, intuições financeiras, políticos, militares e executivos industriais, foi precisamente para abrir uma potencial chance para chantagear e influenciar certas operações.

Como se observa, a corrupção da juventude e da intelectualidade faz parte, até nossos dias, de uma estratégia de dominação cultural e psicológica. Adoecem as sociedades, destroem a fé e escravizam a mente de centenas de milhares de pessoas, que assimilarão o marxismo com muito mais facilidade. No Brasil, basta uma avaliação do meio acadêmico universitário, tomado por drogas, doutrinação ateísta marxista e prostituição escancarada! É o experimento social mais brutal possível!

Recentemente, no Brasil, duas grandes instituições financeiras, com o patrocínio governamental, foram responsáveis por duas exposições de “arte” que faziam apologia expressa aos crimes de pedofilia, incluindo a zoofilia. Para a surpresa de todos, nenhum grupo de defesa dos direitos da criança, na mídia, ou no próprio meio artístico, saiu denunciando o fato com toda a veemência que o mesmo merecia. Onde estão os grupos ambientalistas defensores dos animais, por exemplo? Em uma das exposições, crianças eram incentivadas a tocar um homem nu, fato notório e de amplo conhecimento da população diante da gravidade e repercussão do mesmo.

O grau de degradação de nossa sociedade, espelhando um fenômeno mundial, fruto de décadas de doutrinação marxista cultural em diversos países, seja na grande mídia, seja nas universidades, é desesperador! A leniência das autoridades públicas que deveriam agir com todo o rigor, em ambos os casos dos museus referidos, é tão chocante quanto as exposições grotescas e infames! Chegamos realmente ao fundo do poço e só sobrou o desespero de pais e das próprias crianças que estão à mercê de um sistema de degenerados em um país campeão da prostituição infantil, do abuso sexual e desaparecimento de menores.

Considerando que a corrupção política, especialmente em um país no qual a esquerda se alterna no poder, com diversos disfarces, por mais de trinta anos, não há qualquer interesse de reversão desta tragédia social e moral. Ao contrário, observando a legislação penal das últimas décadas fica a impressão que o crime organizado já está infiltrado em todos os níveis de governo, incluindo o sistema carcerário e judicial cada vez mais “tolerante”. Aos pedófilos, um prato cheio! Crianças sendo sexualizadas através da doutrinação explícita nas escolas através da chamada ideologia de gênero que simplesmente é o fornecimento à pedofilia de vítimas confusas e predispostas a aceitá-la!

As famílias precisam ser alertadas desta verdadeira monstruosidade que está ceifando a vida de seus membros e as destruindo todos os dias! É papel e direito de qualquer pessoa de bem promover esta denúncia e dar combate a uma doutrina política e cultural que tem por objetivo permanente “trazer o Inferno à Terra” nas palavras de Saul Alinsky, o maior revolucionário marxista cultural da história dos Estados Unidos. Seu prefácio em sua obra “Regras para Radicais” é revelador:

“Não devemos nos esquecer de olhar ao passado para dar crédito ao primeiro radical de todos: de todas as lendas, mitologia e história (e, quem sabe onde a mitologia termina e começa a história – ou qual é qual), o primeiro radical conhecido pelo homem que se rebelou contra o sistema estabelecido, e o fez tão eficazmente que, pelo menos, ganhou seu próprio reino – Lúcifer.”

Bem vindos ao Inferno na Terra!

Que Deus tenha misericórdia!

Ideologia e Pedofilia

Caio Bellote
29/09/2017
Belo Horizonte/MG

Todos os atos da esquerda são calculados. Suas técnicas de persuação são criadas em laboratórios por engenheiros sociais e submetida a análises de pessoas estudiosas de programação neurolinguistica para só depois serem divulgados na acadêmia e após muita discursão serem levados as massas de maneira milimétricamente calculada.

O movimento pedófilo internacional, como uma braço do projeto globalista de desconstrução do Ocidente cristão, está avançando a passos largos, o que me faz crer que a grande pauta da esquerda para a próxima década será a legalização da pedofilia e a perseguição daqueles que se opõem como fascistas e preconceituosos.

Reparem em cada passo dado a nível de Brasil para legalizar a pedofilia e em como a pauta já está avançando.

1- Nos anos 70 a nossa esquerda universitária passou a importar textos de filósofos, antropólogos e polemistas estrangeiros que defendem a pedofilia e aplicá-los em projetos de pesquisas e aplicá-los em discussões acadêmicas.

2- Enquanto a aceitação acadêmica da pedofilia ia aumentando, os condutores das massas começaram a implementar a sexualização precoce nos meios de comunicação, através de músicas pornográficas voltadas para adolescentes e crianças e a exibição de crianças seminuas simulando atos sexuais em programas de calouros como o Raul Gil.

3- Após discutida a pedofilia nas ciências humanas e sociais, juristas começaram a lutar para diminuir e relativizar a idade de concenso para o sexo entre menores e maiores de idade. Tribunais superiores produziram súmulas e orientações jurisprudenciais relativizando a pena para o sexo consensual feito com alguém abaixo da idade permitida em lei.

4- Exposições artísticas estão sendo feitas com dinheiro público com o objetivo de chocar as pessoas e gerar uma discussão sobre a pedofilia. A medida que essas exposições forem se intensificando as pessoas tenderão a deixar de se chocar com imagens de crianças envolvidas com atos sexuais, devido ao bombardeamento midiático feito sobre o assunto.

5- O pedófilo está deixando de ter sua imagem associada a de um criminoso e passando a ser visto como um doente. O objetivo disso é gerar compaixão em torno dele e gerar apoio ao indivíduo que transa com crianças.

6- Ativistas universitários já estão tratando, com apoio da ONU e de Ongs internacionais de direitos sexuais e reprodutivos das crianças.

Os próximos passos serão:

7- As crianças, extremamente sexualizadas devido ao trabalho da mídia e das escolas, serão vistas como detentoras de direitos sexuais e o conceito de consentimento será redescutido juridicamente como um direito natural da criança ao sexo.

8- A ideia do pedófilo como um doente será aos poucos deixada de lado e acusada de preconceituosa. A atração por crianças passará a ser vista como uma orientação sexual normal que deve ser respeitada.

9- O movimento LGBT abraçará a pauta da pedofilia como um direito humano. A mídia passará a mostrar de maneira romântica o envolvimento de crianças com adultos e surgirão movimentos financiados de fora em prol do direito humano ao sexo intergeracional.

10- Será feito o possível para descriminalizar a pedofilia e silenciar como propagadores de preconceitos e crimes de ódio todos aqueles que forem contrarios. Haverá uma luta para que pais percam o direito a preservar a inocência e a intimidade de seus filhos. A esquerda fará de tudo para massacrar o pátrio poder, usando do estado para tomar crianças de pais que não achem certo o sexo entre crianças e adultos.

Reparem nas estratégias da esquerda em relação às drogas e ao aborto e notem a semelhança do trabalho feito em etapas que muitas vezes se coicidem. Notem que estamos no meio do caminho para a legalização da pedofilia, uma vez que na mídia e na acadêmia já existe uma maioria a favor da pauta, que usa de subterfúgios para defender atos pedófilos, como o cometido no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

QUANDO UMA TV ATACA A NAÇÃO

Gen Ex Luiz Gonzaga Schroeder Lessa

É extremamente lastimável que uma rede de televisão, de ampla cobertura nacional, se volte contra o seu próprio povo, procurando destruir o que ele tem de mais sagrado, base de toda a sua unidade: a família.
Não é de hoje que as Organizações Globo e muito em particular a sua TV Globo buscam interferir, de forma desabrida e escancarada, na família brasileira, não para reforçar os seus laços, mas para denegri-la procurando incentivar fissuras e lacunas, na certeza de que assim estarão desestabilizando, de forma definitiva, o estado brasileiro.
Assim tem sido na condução das suas novelas que, insistentemente, inoculam a desarmonia e o desrespeito familiar, aviltando os princípios basilares da sociedade brasileira, estimulando a quebra de padrões que concorrem para a sadia convivência entre as suas diferentes gerações. Incentivam as tão controversas políticas de gênero, que atingem crianças em tenra idade protegidas pelas leis brasileiras, muito em particular, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente; incentivam a prática de atividades criminosas, que transformam os bandidos em pessoas de bem e os agentes
da lei em contumazes, perversos e violentos marginais. Esse tem sido o pano de fundo que norteia e orienta todos os passos da organização televisiva nos tumultuados dias de hoje.
Todavia, no programa Fantástico, de 8 de outubro p.p., todos os limites da TV Globo foram ultrapassados, quando passou a defender, publicamente, como arte, cenas do mais baixo nível, intrinsicamente ligadas à pedofilia, zoofilia, necrofilia, homossexualismo e outras bizarrices, taxando-as como educativas, destinadas a quebrar os tabus e os princípios de unidade que governam a chamada “família
tradicional”, por ela tão combatida e considerada, até mesmo, uma aberração. Por completo, ignorou a exposição de crianças inocentes a cenas tão chocantes e extravagantes.
A reação do povo brasileiro não se fez por esperar. O levante foi e continua geral em toda a sociedade com manifestações as mais variadas de pais, educadores, terapeutas, políticos, teólogos, sociólogos, padres, bispos, pastores, religiosos em geral que,
surpresos e sobressaltados, procuram entender as reais motivações do tão pernicioso proceder da TV Globo. Sem dúvida, essa TV defende e segue os ditames que se propagam mundo afora de que a família tradicional é obsoleta, deve ser destruída, e um dos pilares para tal é a ampla divulgação e posterior adoção das políticas de gênero e da prática dos princípios politicamente corretos, intensamente difundidos e divulgados na imprensa mundial e por nós tão avidamente assimilados, alicerçados na retórica reação-repetição- absorção, ou seja, a sociedade inicialmente reage, a seguir é submetida a maçantes repetições sob as mais variadas formas e conteúdos e, por fim, passa a aceitar os absurdos e a tolera-los como normal. Tudo de acordo com os ditames da agenda da Nova Ordem Mundial, que busca denegrir a moral, o caráter coletivo da sociedade, o enfraquecimento do nacionalismo, para a implantação dos seus nefastos objetivos de formação do cidadão (escravo) global.
Por todos os recantos do Brasil e mesmo no exterior, a reação contra a Globo tem sido surpreendente. Nas mídias sociais o clamor ultrapassa todas as fronteiras, sejam elas físicas, psicossociais ou políticas e mesmo em canais da TV aberta as críticas são contundentes. Não poderia ser de outra maneira para um país que ostenta a esmagadora maioria de 84,6% de cristãos na sua população, que não pode ver a cruz do seu Cristo ser vilipendiada e associada a ritos de perversão sexual, nem as suas inocentes crianças misturadas a marginais sociais que querem nos fazer assimilar, goela abaixo, modos de vida e princípios que a nossa sociedade repudia. Todavia, causa estranheza o silêncio de organizações costumeiramente vigilantes e prontas a denunciar problemas de muito menor envergadura, como a OAB, a CNBB e até mesmo o Ministério Público e o governo em geral, que se omitiram, por completo, em assunto de tamanha gravidade para o futuro da nossa juventude. As igrejas evangélicas, com o seu amor a Deus, sagrada devoção à sua fé e persistente defesa dos laços familiares, têm tomado a dianteira no combate à vil ação da Globo, enquanto os
católicos e os espíritas, como de costume, têm se mantido em silêncio. Apenas o bispo de Apucarana, Dom Celso Antônio Marchiori, fez um contundente pronunciamento na sua homília, no Santuário de Aparecida, quando da grande festa dos 300 anos da aparição da imagem da Virgem. Uma solitária voz. Que vergonha, CNBB!!!!
É preciso que todas as igrejas cristãs, em comunicado conjunto, repudiem as políticas deletérias e as campanhas difamatórias há muito adotadas pela Globo, mas incrementadas consideravelmente nos tempos atuais. Nesse particular, é oportuno relembrar o vibrante libelo J’ÀCCUSE, de Dom Lucas Moreira Alves, cardeal primaz do Brasil, em Salvador, em 1993, denunciando, há 27 anos atrás, as práticas costumeiras dos canais de televisão e que, hoje, se repetem com muito maior virulência: “ Acuso a televisão brasileira de ser demolidora dos mais autênticos e inalienáveis valores morais, sejam eles pessoais ou sociais, familiares, éticos, religiosos e espirituais.
Demolidora porque não somente zomba deles, mas os dissolve na consciência do telespectador e propõe, em seu lugar, os piores contravalores. Neste sentido, é assustadora a empresa de demolição da família e dos mais altos valores familiares – amor, fidelidade, respeito mútuo, renúncia, dom de si – realizada quotidianamente, sobretudo pelas telenovelas. Em lugar disso, o deboche e a dissolução, o adultério e o incesto”.
De há muito o povo já percebeu que a TV Globo é contraria aos seus valores mais caros e manifesta a sua repulsa nos níveis de audiência da empresa, que devem continuar caindo de forma consistente. Sem subterfúgios, os seus objetivos maiores de dissolução da família brasileira foram escancarados, em consonância com os ditames da agenda global a que se sujeitou, mantendo-se totalmente alheia aos tradicionais costumes e à profunda devoção religiosa da nossa gente, determinada, por todos os meios que lhe aprouver, a desconstruir os valores cristãos do povo brasileiro.

Rio de Janeiro, 18 de outubro de 2017