Cincinato | Brasil

Democracia envergonhada?

Natal, RN, 31 de março de 2016.
General Eliéser Girão Monteiro Filho

Há exatos 52 anos o Brasil precisou do emprego de tropas armadas para impedir que um governo com viés comunista fosse implantado.

A maneira como isto foi tentado, por meio de uma ação comandada pelo próprio Presidente da República, João Goulart, surpreendeu a população, que acorreu às ruas nas grandes cidades para impedir que tal intento viesse a ser alcançado.

A ação das forças militares, compostas pelas Forças Armadas e Forças Singulares, foi definitiva para que o país superasse aquela ameaça.

O escritor Elio Gaspari, italiano, deixou um legado da história do Brasil entre 1964 e 1985, compilado numa coleção de quatro livros com os títulos: Ditadura Envergonhada, Ditadura Escancarada, Ditadura Derrotada e Ditadura Encurralada. Por considerar que há semelhanças nos fatos antecedentes, uso desses adjetivos para buscar uma comparação com os dias atuais.

Os filósofos dizem que “nós aprendemos com os erros”. Na verdade, nós deveremos aprender com as correções que fazemos dos erros que cometemos. No momento atual, parece que a história do Brasil está a repetir muitos dos erros que antecederam 1964.

Apenas a ausência do componente ideológico do comunismo e de uma guerra entre as grandes potências não existe nos dias de hoje. Entretanto, as crises política, econômica, social e principalmente de falta de ética estão se fazendo presentes mais uma vez, só que de forma mais intensa e desmoralizante.

Nos idos da década de 50 do século passado, o General Eurico Gaspar Dutra, em exercício da Presidência da República, dizia que ” a democracia era uma plantinha frágil que precisava ser regada diariamente”. Do mesmo modo, estamos num momento nacional que nos obriga a admitir essa assertiva e complementar que a ética também o é.

Alguns cidadãos, cegos por ideologia partidária ou por um projeto falido de poder, tentam justificar para uma parcela da população que os desvios e os roubos ocorreram, mas o foram por uma causa justa e em defesa da democracia.

Ora, parafraseando um poeta, podemos perguntar: “ que país é este? ” Estamos admitindo que roubar é legal? É democrático? Essa pletora de roubos, que parece não ter fim, desnudada a cada capítulo de investigações em curso pela Justiça e Ministério Público Federal, tem deixado os brasileiros envergonhados pela passividade em relação às punições demoradas ou pelas manobras evasivas que tem sido perpretadas.

O uso da palavra democracia tem sido propalado “da boca para fora” e estimulado que cidadãos acreditem que podem justificar a manutenção de mandatos somente porque foram eleitos. Ora, admitir o crime e pactuar com ele também é crime? Um mandato transforma um cidadão em isento da obediência às Leis? E o dito “foro privilegiado”, pode isentar um cidadão de ser penalizado por crimes cometidos?

Nem toda vitória é honrosa e nem todo sucesso é justo. Existem pessoas que para alcançarem o sucesso fazem qualquer coisa. Será justo admitirem perder a alma para ganhar o mundo? Onde ficam sua honradez, sua decência e sua identidade? E o interesse maior do País?

Thomas Paine, um dos ideólogos da Independência dos Estados Unidos e da Revolução Francesa, afirmou que “ o governo mesmo em seu melhor estado é um mal necessário, mas, em seu pior estado é um mal intolerável. ” Não estaríamos vivenciando algo assim no Brasil de hoje?

Depois da divulgação e aceitação de processos de corrupção, desvio de recursos públicos, obstrução da justiça e outros crimes, contra alguns dos mais influentes líderes políticos do país, já não temos mais como fechar os olhos a essa realidade.

“Entre os que destroem a Lei e os que a observam, não há neutralidade possível”, afirmava Rui Barbosa. Temos observado alguns segmentos classistas e Movimentos Sociais, embevecidos pela sanha sindicalista e populista em defesa de autoridades indiciadas em crimes, queimarem a Bandeira do Brasil. Também temos presenciado na mídia, quase que diariamente, a pregação pública da incitação à violência, até mesmo em eventos governamentais, e as autoridades constituídas presentes a esses eventos ficam em silêncio, como que compactuando com o que foi dito.

Na Bíblia, em Provérbios 29, versículo II, está escrito: “Quando os honestos governam, o povo se alegra. Mas, quando os maus dominam, o povo geme”.

Precisamos sim olhar e estudar a história com o objetivo de aprendermos e evitarmos a repetição de erros. O momento sensível exige nossa participação, nas casas, nas ruas, nas escolas, na mídia, nas comunidades, nas igrejas, enfim em todos os lugares possíveis, mostrando às autoridades que acreditamos que irão cumprir os seus papéis.

Esperamos que a Justiça possa fazer cumprir as Leis.
Tomar partido das cores da Bandeira do Brasil é um dever de cidadania. Vamos à luta por ela, com todas as nossas forças.

Nossa democracia pode estar envergonhada, escancarada, encurralada, mas nunca mais derrotada.
Brasil, acima de tudo!

Pedro Malasartes e o Engodo

                                                                                                                                                  JC Berka

Aqueles que são oriundos de regiões que tiveram fluxos migratórios açorianos, conhecem um personagem da literatura portuguesa que remonta aos séculos XIII e XIV, mais precisamente no Cancioneiro da Vaticana, Pedro Malasartes.

Amoral, sem caráter, mentiroso, trambiqueiro, sempre aprontando em cima da credulidade e ingenuidade alheia.

Lembra alguém?

É certo que em nossa sociedade pululam Pedros Malasartes. Brotam e crescem com viço, em meio ambiente propício para o vício e a maldade.

Mas ninguém o encarna com tanta propriedade quanto Luis Inácio Lula da Silva, o farsante. Travestido de estadista, de líder político, é a fraude personificada, o estelionato consumado. Muitas vezes ao vê-lo em cena, e observando atentamente sua fisionomia, mímica facial e corporal, nos questionamos se Cesare Lombroso, o criminologista italiano, não tinha razão. Se não existe o criminoso nato. Ao ver Lula, observando-o atentamente, relembrando sua trajetória, somos obrigados, de maneira isenta, dizer que estamos diante do l’ uomo delinquente.

Como Pedro Malazarte, Lula sempre está pronto para o golpe da vez, a mentira acabada, a farsa surreal. Numa de suas melhores performances, ludibriou metade da Nação, impingindo a lorota da “gerentona” , da executiva competente e transformou-a na “mãe do PAC”. Assim, garantiu quem lhe mantivesse o lugar quente para dali a quatro anos.

Não contava com o fato de que sua criatura pudesse ter veleidades pessoais, sonhos de vôos autônomos. Lidando com uma pessoa dotada de personalidade mercurial, Malasartes, digo, Lula, viu-se numa situação extremamente antagônica. Tinha que minar a imagem de Dilma, e ao mesmo tempo fazer uma defesa tíbia do indefensável: o pior governo que este país já teve!

No meio do caminho o imponderável: depois do Mensalão, o país sonhou de que a Justiça teria chegado à estas plagas.

Daí à LAVA JATO, foi um passo. Categorias que até então viviam cabresteadas pelo Governo, ousaram constituir-se em vanguarda e defesa do Estado. Ministério Público, Polícia Federal, Receita Federal, Judiciário, apresentaram uma leva de jovens idealistas e compromissados com o Bem Público, e buscaram exercer seu mister de maneira republicana. LEI PARA TODOS.

Todos nós conhecemos o que decorreu daí e como estão se desenrolando os fatos : prisões, delações premiadas, mais prisões, pedido de impeachment da presidente, meio congresso sob suspeição, grandes empresas e seus executivos na berlinda, povo na rua, defecções da base de apoio do governo, STF fazendo das tripas coração para, mantendo as aparências, retribuir nomeações, tentando invalidar as iniciativas da 13ª. Vara Federal de Curitiba, objetivando desconstruir  Juiz Sergio Moro.

Enfim, o momento do encontro do Brasil com seu Destino.

Se pariremos o Brasil Grande, cumprindo nosso papel no concerto das nações, ou abortaremos os sonhos de toda uma geração, postergando o desenvolvimento e Justiça Social para todos, dependerá de cada um de nós.

Porém, mesmo nos estertores deste governo decadente, Malasartes e sua trupe, não abdicaram de engenho e arte no sentido de criar mais uma empulhação para conduzir a plebe ignara e dar salvo conduto para seus seguidores na trilha criminosa.

Surge, como salvação da lavoura a possibilidade, costurada na penumbra, da “ solução Temer”.

Impedida Dilma, assumiria o herói nacional, o homem que secundado por seu grupo, Renan Calheiros, Eliseu Padilha, Romero Jucá, Eunício Oliveira ( mais parecem os Cavaleiros do Apocalipse) promoveria a reconciliação nacional.

Gente que até hoje esteve acumpliciada com a corja do PT, intenta passar por vestal, pulando fora do barco que afunda.

Gente que locupletou-se, não somente na Petrobrás, mas também no setor elétrico, minerário, transportes, nas agências reguladoras, nos Ministérios e Estatais. Gente que estapeava-se por comandar os melhores orçamentos da União. Gente que por trás, murmurava sobre os acessos psicóticos de Dilma e em público desdobravam-se em mesuras e rapapés à Presidenta.

Temer e catrefa, os novos Salvadores da Pátria?

Gente que ao invés de biografia, ostenta folha-corrida?

Não!

Não é o que queremos e deixaremos passar!

Se este descalabro acontecer, será por pouco tempo, porém seus efeitos serão ainda mais nefastos.

Se Temer chegar a assumir, será por pouco tempo. Será apeado pelos desdobramentos da LAVA JATO; o mesmo para sua turma.

Então a situação será ainda mais traumática.

O caos será total. A classe política estará desmontada.

Será a última arte do arteiro Pedro Malazarte.

O futuro?  A Deus pertence!

E Ele certamente, em sua Misericórdia e Justiça, não deixará impune quem trama contra seu povo, que ludibria os inocentes, quem esbulha os pobres, quem se associa com ricos e poderosos, aumentando o fosso da desigualdade.

Essa gente, que em sua arrogância e prepotência intenta ocupar o lugar de Deus, são ídolos de pés de barro. Serão varridos do cenário que com sua insensatez construíram para infelicidade do povo brasileiro.

Para Pedro Malazarte et caterva, o alerta do jurista italiano, Francesco Carnelutti :

“ As pessoas crêem que o processo penal termina com a condenação, o que não é verdade. As pessoas pensam que a pena termina com a saída do cárcere, o que tampouco é verdade. As pessoas pensam que prisão perpétua é a única pena que se estende por toda a vida: eis outra ilusão. Senão sempre, nove em cada dez vezes a pena jamais termina. Quem pecou está perdido. Cristo perdoa, os homens não”.

Grupo TerrorismoNumca Mais (TERNUMA)

DISCURSO PROFERIDO POR OCASIÃO DA MISSA DE 31 DE MARÇO DE 2016

Inicialmente, elevemos a Deus o nosso pensamento no sentido de nos orientar para que a sociedade brasileira possa conduzir o Brasil ao seu lugar no concerto das nações.

As análises das etapas históricas vividas por uma sociedade têm que ser baseadas à luz do ambiente interno e externo vivenciado nessas etapas. Neste contexto, a Contra Revolução Democrática de 31 de março de 1964 tinha por objetivo se antepor a uma ideologia totalitarista comunista que tentava se apoderar do País, dentro de uma dicotomia ideológica internacional.

É do conhecimento de todos o cenário da época. Baseado neste cenário a sociedade, liderada pelas Forças Armadas, decidiu interromper o intento comunista e o estado de degradação da economia.

A situação impunha a decisão de pessoas de coragem, moral e física, para levar adiante o contragolpe. A essas pessoas devemos a correção dos rumos do Brasil em 1964. Continuamos convictos que ao decidirem se apoiaram nos mesmos valores éticos e morais que cultuamos. Houve erros, mas os acertos foram significativos. A elas o nosso preito de admiração. Não as esqueceremos jamais.

Hoje, passados 52 anos, estamos diante de uma crise moral, política e econômica sem precedentes, ocasionada pela corrupção, incompetência e pela tentativa de impor um modelo político e econômico falido. Aliás, sempre foi falido e esta falência foi materializada a partir da queda do Muro de Berlim e do esfacelamento da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas no início da década de 90 do século passado. Não existe país exitoso que tenha adotado o modelo que o Brasil vem adotando nos últimos anos. Devemos ser pragmáticos e não cegos ideológicos.

Não há como abreviar. Hoje, a solução passa, entre outras ações, por educação de qualidade, planejamento estratégico de longo prazo, investimento em ciência e tecnologia e pela abertura da economia para a sua inserção no mercado globalizado, tendo, como objetivo, o bem estar social e econômico dos brasileiros.

Acima de tudo, precisamos votar com consciência e exigir dos poderes da república o trabalho em prol da sociedade e não de uma minoria que quer se locupletar do poder. Deixemos as divergências ideológicas e a politicagem em prol do nosso povo. Em suma, precisamos restabelecer a República, ou seja, a forma de governo em que o Estado se constitui de modo a atender o interesse geral dos cidadãos.

O Brasil preenche os requisitos para ser potência. Basta que façamos o dever de casa, custe o que custar. Somos todos responsáveis, sem exceção.

Finalmente, roguemos a Deus que nos dê forças para cumprirmos a nossa missão.

Brasil Acima de Tudo!

Brasília, DF, 31 de março de 2016

General Peret

Vice-Presidente do TERNUMA

Democracia e Legalidade

Por Maynard Marques de Santa Rosa

Quando se polemiza a aplicação da lei na Operação Lava-Jato, é justa uma reflexão em torno dos conceitos de democracia e legalidade no Brasil.
A obra clássica “Da democracia na América”, lançada por Alexis de Tocqueville em 1835, ficou consagrada como referência global sobre o assunto. Com precisão científica, ele destacou as virtudes e defeitos do regime político dos Estados Unidos, considerado parâmetro mundial de avanço civilizatório. Em 1998, a editora BIBLIEx publicou em português os dois volumes, condensados em um único tomo.
Observou Tocqueville, que: “Os emigrantes que foram fixar-se na América destacaram o princípio democrático e o transplantaram, só ele, para as praias do Novo Mundo. Ali, esse princípio pôde crescer em liberdade e, caminhando ao lado dos costumes, pôde integrar-se pacificamente às leis” (pág. 27).
No Brasil, diferentemente, a sociedade formou-se de forma híbrida no próprio ambiente. Virou uma diversidade alucinante de caracteres e opiniões, que Gilberto Freyre atribuiu à mestiçagem psicológica das raças formadoras, cuja maturação é mais lenta do que a simples miscigenação biológica. Como ente coletivo, o brasileiro ainda não superou o estágio da adolescência. Por isso, é fraca a consciência do interesse geral e tíbia a capacidade de exprimir a vontade da maioria. Daí, a profusão de partidos políticos inconsistentes e a dificuldade em alcançar consensos.
Constatou, também, que: “Na América, a vontade popular tem uma força prodigiosa. O povo obedece à lei, não apenas porque é sua, mas porque pode mudá-la, quando vier a feri-lo” (pág. 123). No Brasil os costumes são outros. Aqui, é extremamente difícil mudar a lei, sendo mais fácil relativizá-la, por meio de uma interpretação palatável aos interesses dominantes. A própria dialética de aprovação de textos legislativos é prolífica em criar ambiguidades que exigem a interpretação dos tribunais superiores ou a sua regulamentação, um procedimento superado pelo iluminismo. Como se sabe, foi só na Revolução Francesa, que a consciência individual ganhou o direito de discernir sobre a própria crença. Antes, cabia às pessoas obedecer cegamente à interpretação teológica dos colegiados eclesiásticos.
Nos Estados Unidos, “Os americanos reconheceram o direito dos juízes de fundamentar suas sentenças mais na Constituição do que nas leis comuns” (pág. 72). Com isso, evita-se a relativização dos conceitos. Aqui, a jurisprudência tem o condão de prevalecer sobre o próprio espírito da lei. Um exemplo ilustrativo é o do preceito constitucional que limita as taxas de juros em 12%. A despeito da precisão aritmética do texto, o mandado de injunção firmado pelo STF estabeleceu, por maioria de votos, que o disposto no parágrafo 3º do artigo 192 não era autoaplicável. Outro caso flagrante foi o da lei de cotas raciais. O artigo 5° da CF estabelece, como “cláusula pétrea”, que: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”, mas o STF, por unanimidade, validou o privilégio.
É possível que Tocqueville tenha antevisto essas injunções: “Se a Suprema Corte viesse um dia a ser composta de homens imprudentes ou corrompidos, a federação teria a temer a anarquia ou a guerra civil” (pág. 95). Em outros comentários, reconheceu ser a democracia o sistema que mais contribui para o progresso social, mas fez a ressalva de que: “O governo democrático pressupõe a existência de uma sociedade muito civilizada e muito sábia” (pág. 113).
O fato é que a cultura nacional sujeita a legislação às conveniências do momento, na impossibilidade de mudá-la. A aplicação pura e simples da lei pela 13ª Vara Federal, no julgamento de crimes de corrupção sistêmica ligados à Petrobras, surpreendeu mortalmente os interesses dominantes do “establishment”, determinando uma crise de dimensões inimagináveis.
No ambiente atual, contaminado pela ideologização dos conceitos, o apelo ao sofisma fragiliza a prestação jurisdicional, desafia o senso de julgamento em todas as instâncias e semeia a insegurança jurídica. Ressalve-se o trabalho educativo do magistrado Sérgio Fernando Moro, que granjeou reconhecido prestígio, pela tomada de decisões corajosas de alcance estratégico, com impecável isenção. Louvável, em particular, foi a sua decisão de fazer divulgar a gravação em que testemunhou o flagrante de obstrução da justiça, perpetrado pela própria presidente da República, em ligação telefônica para o ex-presidente, acautelando-se, com isso, de possível prevaricação.
A crise em que estamos mergulhados pode ser uma valiosa oportunidade de evolução cultural, se levado a termo o trabalho patriótico dos agentes legais responsáveis pela Operação Lava-Jato. A eles cabe o apoio moral de todo o cidadão que aspira alcançar o verdadeiro estado de direito no Brasil.

Repensando as relações dos militares com Dilma!

Walter Felix Cardoso Júnior

Dilma concede entrevista a imprensa internacional e é vista como uma pessoa desequilibradaSempre que vejo milicos servindo governantes petistas, isso me causa desconforto. Acompanhei, no passado, a situação deles, assessores, ajudante de ordens, durante os governos Sarney, Color, Itamar e FHC. Sempre me pareceu estranho. Com Lula e Dilma, a minha sensação foi de que esse processo caminhou para a promiscuidade, pra não dizer imoralidade. Esses militares precisam ter o estômago de avestruz para suportarem, diariamente, e bem de perto, todo esse abismo de crimes, de irregularidades mal justificadas, de histerias, e, ainda assim, de terem que atendê-los em caprichos bizarros. Muitos deles acabam se comprometendo por completo, e definitivamente. Os mais fracos emocionalmente passam a defender os bandidos, distanciam-se da Força e dos antigos companheiros de farda, e ficam marcados. Acrescento, ainda, apoiado em depoimento de companheiros que também conhecem nuances do problema, que, para terem a certeza de que nada velado vaze através desses subordinados militares, os políticos os tornam progressivamente vulneráveis, corrompendo-os planejadamente, contemplando-os com diárias extras, com cursos no exterior, com cargos de mando e visibilidade, com promoções que fogem ao padrão, e com o agenciamento de consultorias de segurança para empresas privadas que operam no exterior, geralmente na África, como é o caso da mina de diamantes de Catoca, em Angola, administrada pela Odebrecht, em que significativo número de militares Forças Especiais, do Exército, mas no gozo de licença, lá estiveram recentemente. Com tudo isso martelando em mentes ambiciosas, lentamente a corrupção vai apagando os princípios, os valores e os ideais de vida, tão duramente forjados por anos a fio em uma formação militar de elite mundial. Alguns desses guerreiros passam de patriotas a mercenários ou a carreiristas autistas. Não se deve ir aonde não se consiga voltar.

imageWalter Felix Cardoso Junior
Dr. Engenharia de Produção (PPGEP/UFSC)
Coronel da Reserva do Exército Brasileiro
Departamento de Segurança – FIESP
True Intelligence
https://br.linkedin.com/pub/walter-felix-cardoso-junior/1/4a8/2a7

Carta aberta aos Bispos do Brasil

Movimento Legislação e Vida (Movimento Católico)

Em meio à grave crise política, econômica, institucional e, acima de tudo profundamente moral, nós católicos recorremos a cada membro do episcopado brasileiro, para que em cada Diocese haja uma posição clara e firme em relação aos graves danos que o Partido dos Trabalhadores (PT) causou à Igreja Católica e à nação brasileira nestas últimas décadas, especialmente nos últimos treze anos à frente do governo. Um partido que chegou aonde chegou com a conivência, a cumplicidade, a omissão (e até o favorecimento) de muitos bispos, seduzidos pela retórica do populismo e pela demagogia.

Desde o início, era preciso ter havido coragem para denunciar o PT como um partido revolucionário, de ideário socialista, aliado de governos comunistas e ditatoriais (especialmente Cuba), que emergiu com a bandeira da ética para chegar ao poder e depois dilapidar o estado brasileiro, aparelhando as instituições e implementando a agenda anti-vida e anti-família das fundações internacionais, a agenda abortista, etc. E tudo isso com a complacência do clero progressista da CNBB, e através de ONGs e pastorais atuando no seio da igreja, dos teólogos da libertação, e de toda sorte de infiltrados.

Faltou coragem a muitos bispos do Brasil, firmeza, e fidelidade ao Magistério: ao não alertarem os fiéis do risco de excomunhão — e do risco à própria salvação — aos que apoiavam o PT (Catecismo, n. 2246); ao não denunciarem o projeto de poder totalitário do Foro de São Paulo (que Lula fundou e implantou com Fidel Castro); e, ainda, ao não rejeitarem o projeto utópico da Pátria Grande socialista sendo construído pela UNASUL com a simpatia e apoio de vários bispos.

Hoje, os fatos expostos pela Operação Lava Jato estão escancarando ao mundo a verdadeira face do PT, seu modus operandi que em tudo contraria os princípios e valores cristãos e as diretrizes da Doutrina Social da Igreja. Por isso, urge que os bispos do Brasil, ainda em tempo, façam o mea culpa por terem permitido ao PT chegar aonde chegou, com as consequências calamitosas no campo político e econômico, mas sobretudo no campo moral e cultural.

Que sigam o exemplo de um Papa, S. João Paulo II, que teve a humildade de pedir perdão e rever posturas quando necessário. E que nesta Páscoa possamos à luz do Evangelho, “Caminho, Verdade e Vida”, ressuscitar como povo católico, verdadeiramente sal e luz para o Brasil, coração do Continente de Esperança.

Os projetos dos “Filhos de Chocadeira”

JC Berka

Os “filhos de chocadeira”, enquanto o país  está atordoado pela crise, conspiram para a consecução de seus objetivos. Quanto pior , melhor!

Mas tem gente lúcida e atenta, agindo como sentinela na defesa da Pátria.

A Dra. Damares Alves, advogada e assessora jurídica do Senado Federal  é  um exemplo de que devemos nos orgulhar e seguir. Veja um de seus vídeos.

Filhos de Chocadeira

O Juiz e o Ministro

JC Berka

“O Homem pensa, Deus ri.” Provérbio Judaico.

Ao iniciar minha trajetória profissional, muito jovem, tive um ensinamento de um professor de Informações (antiga denominação para a área de Inteligência): O principal atributo de um homem de Inteligência é a humildade intelectual.
Portanto, aquele que subestima o adversário ou aquele que julga que tudo sabe, está derrotado de antemão.
Nossa civilização incensa a competitividade, o consumismo, a aparência enganosa dos bem-sucedidos e exitosos, lisonjeia poderosos, aplaude ricos e famosos. Com isto gera um modelo para o que quer ser bem-sucedido na sociedade hodierna.
Daí, a busca insensata pelo Ter, que não se restringe aos bens materiais, mas também ao acervo intelectual e cultural que se pode adquirir e armazenar. Desprezo total pelo Ser.
Relega-se a um segundo plano os atributos básicos e inerentes àqueles que foram “criados à imagem e semelhança de Deus”.
Com isto, nos construímos como caricaturas do Onipotente, simulacros que mais se aproximam do Príncipe deste Mundo: o Diabo.
Via de regra, o velho deveria ser sábio, ao passo que o jovem deveria ser impulsivo e açodado. Mas como toda regra tem exceção, a Operação LAVA JATO, tem nos mostrado, que nem sempre é assim. Tomemos o comportamento do Juiz MORO e daquele que está Ministro, EUGÊNIO ARAGÃO.​
Ao reconhecermos o acerto das atitudes do Juiz, sua independência compromissada somente com a Lei e os Interesses Pátrios, sua cautela e sabedoria nos procedimentos, sua performance isenta de vedetismos, devemos, mesmo nesta aridez de bons exemplos de homens públicos, tomar o cuidado de não transformarmos nossa admiração em elogios, pois não ignoramos os malefícios destes para a alma humana. Nenhum ser humano é imune à bajulação, pois esta, mesmo que sopesada pela razão, nos trai pelo inconsciente.
Porém, é inegável que o comportamento do Juiz, merece o aplauso e apoio do povo brasileiro. Mesmo sabedores que a LAVA JATO, não é luta de um homem só, mas de toda uma brilhante equipe e de todos os homens brasileiros, MORO, tem mostrado coragem e desassombro no combate ao crime organizado, mesmo que este tenha como protagonistas os próceres da República e a elite da classe empresarial.
Pela primeira vez, experimentamos a sensação de que a LEI pode e deve ser aplicada a todos.
MORO e a equipe da Polícia Federal, do Ministério Público, da Receita Federal e do Judiciário, estão construindo os alicerces da Pátria Educadora. A verdadeira, não o artifício de marketing de João Santana.

E aquele que está Ministro, que numa definição muito feliz do site “O antagonista”, foi cognominado de Aragão, o breve, erudito, bem preparado intelectualmente, com trajetória no exterior, com imagem de bastião da Lei, sempre apontado como solução para o STF. “Amigo” de Janot, de Gilberto Carvalho.
Vivandeira dos quartéis na atualidade, buscador incessante de contatos na área militar.
Abanando a cauda sempre que abria uma vaga para indicação presidencial, frouxo diante do desacato de Lula, que pediu-lhe uma atitude “de homem”.
EUGÊNIO ARAGÃO, está protagonizando uma novela surreal: sempre se soube que os ratos são os primeiros a abandonar o navio. No caso da Nau dos Insensatos, ao afundar o PT, seu desgoverno e ao afogar a corja que instalou-se nas distintas instâncias do poder, a ratazana pula a bordo.
Faltou-lhe, certamente, dois atributos que sobram a MORO, Sabedoria e Correção.
Insensato, aposta num time que está prestes a ser alijado do poder, com muitos de seus líderes marchando para o sistema carcerário.
Insensato, hostiliza a principal instituição de seu Ministério, ofendendo uma categoria que goza de um apoio popular inédito no país. A Operação LAVA JATO, já supera em importância a OPERAÇÃO MÃOS LIMPAS, da Itália.
Desonesto e cretino, intenta obstaculizar o processo de redenção da política brasileira e um freio às manipulações do crime organizado.
Mas, enquanto ele em sua soberba sabedoria humana, inflada por áulicos que lhe rodeiam, pensa que tudo pode, Deus ri!
Logo será investigado por impropriedade administrativa.
Como alguém que há pouco, estava envolvido com a observância da Legislação Eleitoral e seus procedimentos, pode no mesmo governo ser indicado para Ministro da Justiça. Que isenção era aquela, enquanto estava no TSE?
Pois, bem, dez meses antes da eleições, fui procurado por um aspone de ARAGÃO, com a seguinte demanda: o Sub-procurador, tem dois questionamentos e gostaria de ter tua ajuda:
1. As urnas eleitorais podem ser fraudadas?
2. Como fazer para evitar?
Como não sou expert na área, recomendei uma pessoa de minhas relações, Doutor em Direito e Doutor em Tecnologia da Informação, que além de tudo, ocupa um cargo importante numa carreira de Estado.
Foi feito o contato e esta pessoa esteve com EUGÊNIO ARAGÃO, nas dependências do TSE. No encontro, o interlocutor de ARAGÃO, fez dissertação sobre o tema : fraude nas urnas eletrônicas.
Propôs-lhe medida preventiva, sem ônus, sem licitação e extremamente simples e confiável. ARAGÃO, disse-lhe que entraria em contato. Tempos depois, através de intermediário, disse que não era oportuna a sugestão do especialista.
Então, ficou claro que, sabedor de que estava lidando com o cerne da informação sobre a fraude nas urnas, estava mal-intencionado. Tentava a blindagem do Governo e dos asseclas que manipulariam tecnologicamente os resultados das eleições.
ARAGÃO prevaricou?
Com a palavra a Polícia Federal. Esta mesma que o “católico” adepto do Santo Daime intenta amordaçar e castrar.
MORO é um exemplo saudável para a juventude brasileira e às futuras gerações; ARAGÃO, o bolor que queremos extirpar da vida pública brasileira.

O dia “D” brasileiro

JC Berka

Neste 13 de março o Povo Brasileiro, fará sua “ escolha de Sofia”.

Neste dia, enviaremos ao Mundo a mensagem de que escolha tomamos para os rumos que nortearão nosso País.

Da resultante, teremos o respeito mundial ou a continuidade da imagem de que “não somos um país sério”; agora reforçada pela de que somos um país de ladrões !

Há oito anos atrás, a banda Os Titãs, produziram o que hoje pode ser o hino do inconformismo com o descalabro político brasileiro, a música

 

VOSSA EXCELÊNCIA

0

Temos que escolher de que lado estamos.

Estaremos ao lado daqueles que até a presente data usufruíram de governos corruptos conduzidos por um simulacro de ideologia que mascara o animus delinquendi, duma patota que nunca viu mel e que quando viu, lambuzou-se?

Estaremos do lado daqueles que vivem numa zona de conforto, conseguida à custa de uma omissão covarde e criminosa?

Estaremos do lado daqueles que constituíram o mais acabado sistema de agiotagem oficial, enriquecendo a banca nacional e internacional, empobrecendo o povo, liquidando seu poder de compra e colocando em risco sua subsistência?

Estaremos do lado dos responsáveis pela cristalização do crime organizado, entranhado em todos os setores da vida nacional, constituindo-se na Economia Bandida, a única que prospera neste cenário de terra arrasada?

Estaremos do lado de gente que consciente ou inconscientemente, conspira para a destruição dos valores pátrios, tentando arrebentar com a família, incentivar o consumo de drogas, obstaculizar a liberdade de credo e crença, estimular a erotização precoce de nossas crianças, legalizar os jogos de azar, adotar como prática de política partidária a “lei do Gerson”?

Estaremos do lado de políticos que até ontem integraram a base de apoio do governo maldito, usufruindo das benesses e maracutaias do amancebamento com lobistas, doleiros e empresários?

Estaremos junto com aqueles que sem pejo ou remorso, vendilhões da Pátria, traidores de seu povo, incensam a Mamon, genuflectados diante de propinas e subornos?

Estaremos de mãos dadas com uma oposição que não honra a votação expressiva que teve dos descontentes, e que covardemente, omite-se acumpliciando-se com a situação, tentando como avestruz, ocultar-se das próximas denúncias?

Estaremos juntos com lideranças que desfibradas por vida viciosa, refém de suas fraquezas, ameaçadas por chantagistas de serem denunciadas por pecadilhos da vida privada, acovardam-se e tornam-se coniventes com o desgoverno?

Ou estaremos ao lado de milhões de brasileiros que perderam seus empregos?

De milhares de empresários que tiveram que fechar suas portas?

Ou estaremos dos infelizes que penam nas emergências dos hospitais; de alunos prejudicados pela falta de meios e professores; do cidadão acuado por uma criminalidade cada vez mais assustadora e desassistida por uma polícia ineficiente e muitas vezes corrupta; dos aposentados que enfrentam o constante corroer de suas aposentadorias, ameaçados constantemente pela falência do sistema previdenciário; dos jovens que são manipulados solertemente por um processo educacional ideologizado, tangidos para um mercado de trabalho inexistente.

Enfim, de que lado estaremos? Por quem vamos lutar?

Até onde vai nossa indignação? Ou já estamos anestesiados, indiferentes a tudo que aí está?

Estamos dispostos a pagar o preço da mudança?

Estamos prontos para fazermos oposição ferrenha aos inimigos da Pátria, sabedores que somos e conscientes que estamos que esse processo não dar-se-á sem luta e, infelizmente, sem sangue?

Então, cabe a cada qual sua escolha. Nossa vida, individual e coletiva é construída em face das escolhas que fazemos.

Devemos assumir nossas responsabilidades como homens, como pais, como profissionais, como cidadãos.

Devemos assumir o protagonismo da almejada mudança. Não espere pelo políticos. Por Salvadores da Pátria.

Não espere pelos “heróis” construídos pela mídia.

Herói é você, que enfrenta as adversidades diárias, as vicissitudes de cidadão de um país conduzidos por uma corja sem compromisso com seu povo.

Herói é você que mesmo diante da crise que atravessamos, não perdeu a esperança e ainda está motivado a lutar por um país mais justo e fraterno. Por uma sociedade mais igual.

Por um Brasil que realmente seja de todos que o habitam, que o constroem diuturnamente e que devemos proteger dos apetites internacionais e de seus cúmplices internos.

Que você diante do embate que se aproxima, fique do lado certo:

Fique do lado do Brasil!

Brasil sem azar – vidas livres da Jogatina

image

Paulo Fernando Melo

“O jogo não anda sozinho. Ele está sempre acompanhado do crime”, afirmou o advogado brasiliense Paulo Fernando Melo, hoje, na audiência pública realizada pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa o Projeto de Lei n˚ 442, que propõe a legalização da atividade no Brasil. Representante do Movimento Brasil sem Azar (BSA), que reúne ativistas de todo o país pela proibição da jogatina, ele disse que os argumentos pró-legalização não passam de falácias que não refletem qualquer compromisso com o bem-estar e a segurança da população.
Paulo Fernando classificou o PL como uma espécie de “bode na sala”, colocado para desviar a atenção dos graves problemas políticos e econômicos que o país está enfrentando. “Querem fazer a população acreditar que a legalização resolverá todas essas questões num passe de mágica, trazendo o dinheiro que falta aos cofres públicos”, disse ele. “Mas legalizar é abrir a porta do imprevisível”, alertou. “A jogatina é legal para quem quer lavar dinheiro. Para os jogadores, significa risco e perdas.”
E as perdas não são apenas financeiras. Segundo Paulo Fernando, a jogatina vicia e cria doenças tão graves que a Organização Mundial de Saúde incluiu o jogo patológico no Código Internacional de Doenças (CID). “O transtorno destrói a vida familiar e social dos viciados de tal forma que já foram criados grupos de jogadores anônimos em 77 países, para tratar da questão, nos moldes dos grupos de alcoólicos anônimos”
O representante do Movimento Brasil sem Azar também destacou que mulheres e pobres estão entre as maiores vítimas da jogatina, e derrubou o argumento de que, nos EUA, a atividade é liberada. “Ao contrário do que afirmam os que defendem a liberação dando aquele país como exemplo, entre os 50 estados americanos, 32 não admitem o jogo. Apenas 18 autorizam a jogatina”, comparou.
Perfil mafioso
A experiência americana também foi lembrada pelo secretário de Relações Internacionais da Procuradoria-Geral da República, Peterson de Paula Pereira. Ele citou os exemplos dos EUA, que estão “atormentados” pela jogatina on-line, e do Canadá, onde o Estado não só autoriza, como opera e fiscaliza os jogos. “A arrecadação não é expressiva”, disse ele.
Peterson defendeu a necessidade de aprofundar o debate antes de levar a discussão a Plenário. “A decisão sobre a legalização não pode ser açodada. A comissão deve se aprofundar nas informações e nas discussões, para avaliar a relação custo/benefício dessa atividade. Há um grande impacto na saúde, que exige atenção”, recomendou.
O perfil mafioso da atividade, segundo o secretário, impõe esse cuidado. “O jogo é suscetível à atuação de organizações criminosas, que não se intimidam, e a legalização não vai impedir a corrupção. É preciso criar mecanismos de controle muito rigorosos, com ações profissionalizadas de fiscalização, sobretudo em relação à lavagem de dinheiro.” A preocupação com a criação de emprego, lembrou, é justa, “mas é preciso questionar se novos atores entrariam nesse mercado de áreas já tão demarcadas pela ação criminosa”.
Cartas marcadas
Para o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), essa avaliação custo/benefício ainda não foi realizada porque “a comissão foi criada para aprovar o jogo, e não para discutir”. Ao contrário do que afirmam os defensores da legalização, o jogo, segundo ele, não é gerador, e sim, consumidor de riqueza. “O jogo leva à ludopatia, à destruição da família. Apesar disso, não há um estudo decente para justificar a legalização. E não venham com essa história de que o jogo vai dar 20 bilhões de lucro, que é mentira.”
A próxima reunião da comissão foi agendada para quarta-feira, 16, às 14h30, na Câmara dos Deputados. O Movimento Brasil sem Azar pediu a convocação da juíza aposentada e ex-deputada Denise Frossard, responsável pela condenação de 14 bicheiros que lideravam o crime organizado no Rio de Janeiro, em 1993.

Acesse aqui na íntegra o material da audiência pública na Câmara dos Deputados.

Follow Cincinato | Brasil on WordPress.com

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.